15 de outubro de 2012

Selvagens, de Don Winslow [Resenha #076]

Selvagens


Sinopse: Ambientalista e filantropo nas horas vagas, Ben comanda um negócio de venda de maconha em Laguna Beach. Ao lado de seu parceiro, o ex-mercenário Chon, ele fatura lucros consideráveis e mantém uma clientela fiel. No passado, quando seu território foi invadido, Chon tratou de eliminar a ameaça. Agora, porém, eles parecem estar diante de uma força da qual não podem dar conta: o Cartel de Baja, do México quer tomar a região e avisa que não irá aceitar uma negativa como resposta. Quando os dois amigos se recusam a recuar, o cartel reforça a advertência sequestrando Ophelia, companheira e confidente dos rapazes. O sequestro deflagra uma gama alucinante de negociações habilidosas e reviravoltas inacreditáveis, que deixarão os leitores ansiosos para descobrir o custo da liberdade e o preço de um grande barato. Uma engenhosa combinação entre o suspense carregado de adrenalina e a reportagem policial, Selvagens é um thriller alucinante, escrito por um mestre do gênero no auge de sua carreira.


Imaginem que Palahniuk se encontre, por acaso, com Tarantino. Imaginem que se sentem em uma mesa de um lugar qualquer e, conversa vai – e vem, claro – decidem escrever um livro. Agora, por fim, imaginem um livro escrito na prosa cadente e ritmada de Palahniuk com toda a genialidade violenta de Tarantino. Agora parem de imaginar e leiam Selvagens, pois o livro é tudo isso.

Nos vinte e seis anos que passei em outro mundo – pois sim, esta é a única explicação que tenho para não ter lido nada de Don Winslow até aqui, e nem mesmo conhecer seu nome! – perdi muita coisa.

Certamente perdi diversas oportunidades de ler um autor que não se preocupa com adequar sua obra a uma estrutura formal, no tradicional “ponto final ao fim da frase, vai pra outra linha, parágrafo”. Pra que terminar uma frase com um ponto? Por que não misturar falas com pensamentos e trechos soltos em uma frase? Por que justificar tudo se fica tão mais bonito e despretensiosamente estiloso alinhar alguma coisa à esquerda sem um motivo aparente; ou ainda introduzir na narrativa alguns trechos como se fossem um roteiro de cinema?

O melhor de Winslow e seu texto é que ele não soa pensado, calculado, é tudo natural, como uma grande viagem – e eu me surpreenderia se não o fosse! – e aí um resenhista fica em maus lençóis por, mais uma vez, não conseguir falar sobre o maldito livro.

Ben, Chon e O. são amigos. Ben e Chon são traficantes que produzem a melhor erva de Laguna Beach. O., de Ophelia, faz compras. Como em toda amizade que dá muito certo, Ben e Chon se complementam: Ben, filho de psiquiatras, é ponderado, ambientalista, e filantropo, que passa um bom tempo em países de terceiro mundo, construindo hospitais, escolas e etc. Chon é um ex-fuzileiro, esteve na guerra – nos Istões, como ele diz: Paquistão, Afeganistão, etc – é reservado, contido, e pronto pra matar – é um ex-fuzileiro, oras, e Ben diz que ele é o tipo de pessoa que se diria que foi criado por um casal de lobos, isso se os lobos não fossem mamíferos carinhosos. Se conhecem jogando vôlei, se dão bem e decidem unir esforços: Ben é formado em Botânica e Marketing; Chon tem algumas sementes da melhor maconha que se pode encontrar nos Istões, e um dedo sempre disposto a apertar um gatilho.

O. completa a si mesma na companhia dos dois, a quem chama de “meus dois homens”, em todos os sentidos, enquanto ainda mora com a mãe, a quem chama de Rupa – Rainha do Universo Passiva-Agressiva – e com quem mantém uma relação de amor e ódio que acaba se tornando um tanto cômica.

Ok. Junte duas pessoas boas no que fazem, e que compartilhem os mesmo interesses e tudo dará certo. Ben e Chon fazem muito dinheiro, fidelizam a clientela com um produto de primeira – mérito de Ben – e concorrentes que tentam barrar seu progresso são tratados como se deve – mérito de Chon. Até que um cartel mexicano conhecido por decapitar seus desafetos entra em contato, querendo fazer negócios.

Aqui, Winslow traça um interessante panorama da guerra do tráfico que assola o México, desenhando uma linha de evolução do surgimento dos primeiros cartéis, a guerra pelo poder, até a ida de um braço do Cartel de Baja para os Estados Unidos a fim de expandirem seus domínios uma vez que o competitivo e sangrento mercado mexicano não rende mais as fortunas de antes. Você pode apenas adivinhar que as coisas se deram daquela maneira, e o texto com tom de reportagem investigativa que Winslow assume neste trecho te convence de que é mesmo verdade, mas de qualquer forma, e verdade ou não, não influem no andamento do livro.

O problema é que quando um cartel como  de Baja te chama para negociar, esta não é bem a palavra certa: eles dirão o que querem, você diz que sim e mantém sua cabeça sobre o pescoço. Ben e Chon relutam em aceitar, não querem sócios, preferem se desfazer do negócio, e O. acaba sequestrada.

A partir daqui a história do livro em si se desenrola. O que antes era apenas uma apresentação de personagens e construção de ambientação geográfica e histórica – e se o livro ficasse apenas nisso não seria nem um pouco tolo de reclamar  – se transforma em uma guerra silenciosa para reaver O. enquanto Ben e Chon evitam que ela, literalmente, perca a cabeça.

Acho incrível quando um autor cria personagens tão diferentes que mesmo assim conseguem se relacionar de forma semelhante com o leitor. Se você se pergunta quem são os selvagens do livro, nele encontrará duas repostas que podem ser traduzidas em uma só: Ben e Chon sabem o tamanho da encrenca que, sem querer, se metem, quando o Cartel de Baja bate à sua porta, e Chon deixa claro que eles não são de brincadeira, e fazem o que for preciso para ter em mãos o que querem, pois são selvagens. Helado, o Lado, um dos chefes do Cartel de Baja nos Estados Unidos diz que selvagens são os americanos e seu modo de vida, como Ben e Chon, que “compartilham” a mesma mulher, O.

Sendo assim, com ambos se considerando selvagens, não seríamos selvagens todos nós? Creio que sim. Mas é importante dizer que mesmo enquanto “Selvagens”, Ben e Chon fazem o que podem e se arriscam para salvar O. Assim como Elena, La Reina, a chefe do Cartel de Baja, assumiu a direção da organização para manter vivo os filhos. É como dizem, mesmo os brutos amam.

O livro tem o mérito de dar voz não somente ao seu autor. Mais que isso, através de suas duras críticas - um tanto ácidas na maioria das vezes – Winslow dá voz aos seus personagens que, por sua vez, emulam o sentimento americano em questões como imigração, tráfico de drogas, política e religião, preconceito racial. Winslow fala de tudo sem se preocupar em não agradar ou ser politicamente correto: Bush, por exemplo, é o “Fantoche de Pano”, e Obama um “imigrante desempregado”.

Pra finalizar, o livro foi adaptado para o cinema. Daí nos vem aquela incerteza e preocupação: o que será que farão com um livro tão bom? Ficará a altura? Não sei, mas um bom sinal é o fato de que foi dirigido por Oliver Stone, o gênio por trás de Reviravolta (U Turn) um dos melhores filmes que já assisti, com Sean Penn no papel principal e o Nick Nolte ainda bonitão. Se Selvagens seguir aquele padrão fico satisfeito.

Enfim, quem ler o livro – o faça antes de assistir ao filme – terá uma preciosidade em mãos. Coloco Winslow hoje no mesmo pedestal que coloquei Palahniuk. É bonito por ser diferente do que se vê, daquilo que o mercado pede – mesmo que você não consiga explicar esta diferença – mas não quer dizer que todo mundo também o ache. Mas espero, sinceramente, que consigam apreciá-lo como se deve.

 


Selvagens
, de Don Winslow (Savages, 2010 Tradução de Alexandre Martins, 2012) 288 páginas, ISBN 9788580572292,  Editora Intrínseca.

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{A+}

44 comentários:

  1. Esse livro me ganhou no seu primeiro parágrafo. Já é mais que necessário na minha estante. É claro que ver a Blake Lively na capa não é o maior atrativo para um livro, o que me irrita tanto quando as editoras assumem esse lado "preguiça" e não fazem nem uma capa chapada que seja, mas insistem em vender o livro pelo filme. Que erro, que grande erro. Gostaria de ver a arte original do livro, o que tornaria a edição perfeita.

    Abraços!

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    1. É, confesso que não sou muito fã de capas de livros que usam a arte do filme, são mídias diferentes, não precisam ter artes iguais... Mas o miolo continua de primeira ;)

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  2. Confesso que até aqui torci meu nariz para esse livro! Rá! Mas depois de uma resenha tão viva, tão cheia de paixão da até vontade de correr ali na livraria e começar a ler desesperadamente como se não houvesse amanhã! Uma pena não poder fazer isso agora rsrs...

    O trio parece ser dos melhores e qualquer personagem feminino que tenha uma relação de amor e ódio com um parente tende a me chamar atenção rsrsr... Entrou na lista dos "um dia vou ler para me divertir de verdade."

    Boa Semana Luciano!!!

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    1. Hey Jaci, tem de ler. Este livro é bom demais, muito bem escrito, com personagens carismáticos, se brincar é pra se ler em uma sentada. Vale a pena.

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  3. Bom saber da existência do livro,conhecia apenas o filme.Antes de assistir vou tentar ler,é sempre melhor nessa ordem.
    Abraço Luciano!

    Bruno
    http://oexploradorcultural.blogspot.com

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    1. Bruno, sempre que posso prefiro ler o livro antes, é melhore, e quase sempre a adaptação não fica a altura do original. Mas leia o livro, é muito bom ;)

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  4. O filme é muito bom, agora tenho que achar o livro pra ler.

    Alice Ribeiro

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    1. Alice, o livro é igualmente bom, agora eu é quem tenho de ver o filme ;)

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  5. Oi Luciano!
    Nunca tinha ouvido falar nem do livro nem do filme! Eu acho que não gostaria do livro por causa da falta de "narrativa formal" como você falou, não é o tipo de leitura que me agrada. Mas o filme eu quero assistir, será que já estreou por aqui?

    Beijos,
    Sora - Meu Jardim de Livros

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  6. Me lembro de já ter lido algo sobre o livro, talvez tenha sido sua resenha rsrsrrs

    O livro aparenta ter uma boa história e vale a pena ser lido, apesar da capa não me agradar.

    http://enfimshakespeare.blogspot.com.br/

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  7. Logo que vi o livro, de cara, achei que não gostaria. Não gostei da capa, a sinopse fez com que eu achasse chatinho. Mas depois da sua resenha...Uau!!!rsrs

    Eu esperava uma coisa meio boba e cheia de violência, mas percebo se tratar duma história inteligente e principalmente, uma ótima narrativa. Já gostei da O.

    Farei questão de ler, com certeza.

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  8. E eu achando que era livro do filme! Só vi coisas desse filme, nem sabia que era livro antes de filme... Eu gostei e estava bem afim de conferir os dois. É bom mesmo esse livro? PERFEITO! Eu quero!

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  9. AHHHHHH Que delicia!! Fiquei aqui imaginando lendo o próprio Tarentino!!!
    Muito bom mesmoooooooo

    Sua resenha ficou perfeita demais, dá vontade de ler o livro, ver o filme!! Tudo.

    Amei!!

    Bjkas

    Lele

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  10. É incrível o que pode sair de uma mente criativa e destemida. Quem não tem medo de críticas, não fica amarrado ao clichê barato.
    Desde a primeira vez que ouvi falar deste livro, fiquei super interessada em ler. Primeiro porque é um tema novo para mim. Segundo, porque envolve elementos contraditórios e fortes: amor, brutalidade, cartel, drogas, ação, etc.
    Quero ler SELVAGENS! E não sei se quero ver o filme.
    bjs

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  11. Se eu ler o livro, não verei o filme... rs. Gostei da resenha e apesar de não ter lido Palahniuk, fiquei animado em ler Selvagens... Vou pesquisar algum lugar para ler trechos ou o primeiro capítulo.

    Abs

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  12. Ainda na dúvida, se leio o livro ou se assisto ao filme, eu nunca li o autor, mas tu falou com caras e bocas totalmente bem do cara, não tem como resistir. Enfim, espero ter a obra em minhas mãos pra avaliar. Adorei sua perspectiva. rs

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  13. Nossa, adorei!
    Me interessei muito por esse livro... Preciso dizer que nunca havia ouvido falar nem no autor e nem nesse livro em si, mas adoro o gênero. Acho um tipo de leitura extremamente eletrelizante de ler.
    Vou seguir o teu conselho e não olhar o filme antes de ler o livro, mas não sei se foi só a mim, mas pelo que eu li aqui, Selvagens me lembrou também aquele filme "Mergulho Radical", com a Jessica Alba e com o Paul Walker, lembram??

    Enfim... curti demais a resenha e quero muito esse livro! ;)

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  14. Oi Amigo,

    Já tinha lido sua resenha no meu e-mail, mas agora tive de vir comentar, já que esqueci de vir antes....olha eu amei essa capa to doida pra ler esse livro, mas tenho de confessar que essa coisa de pontuação me deixou preocupada, mesmo que seja uma maneira do autor. Porém seus elogios me entusiasmaram tanto que quero participar do sorteio pra ver se levo essa...shaushua.....agora to com mais tempo e espero aparecer muito mais por aqui...beijoaks elis!!!!!

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  15. Estou doida para ver o filme e mais doida ainda para ler o livro.Não tinha lido nenhuma resenha desse livro, mas quando vi o nome dele e a capa, BUM, já era.

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  16. Vi o trailer do filme e adorei, quero muito vê-lo e nem sabia que ele foi adaptado de um livro, e depois de ler sua resenha fiquei também com vontade de lê-lo !

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  17. Ninguém tinha ouvido falar de Don Winslow, pelo menos a grande mídia. Foi com Selvagens que ele ganhou peso como escritor e o filme não foi lá muito bem de bilheteria nos EUA, ganhou um terrível "C +". Ainda não li o livro, mas assisti ao filme e concordei com o C +. Em cinema alguns temas são bem batidos, como retratar a contracultura de forma cínica.
    Mas o bom do autor - pelo que senti em uma entrevista que assisti no site da BBC - ele pouco liga para as definições do mercado e simplesmente escreve. O constrangimento maior veio quando teve de classificar o livro e escolher em qual gênero encaixaria o livro. Está em processo de escrita de três livros simultaneamente - Ohohoh... isso é demais para o meu entendimento! Mas vamos esperar, pois acredita que ainda não escreveu o seu melhor livro.
    Quando ler o livro te digo o que achei :)

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  18. É, também não gosto quando a capa do livro é arte do filme.
    Mas ainda não tinha ouvido falar nem do filme e nem desse livro.
    Você fez referência ao Tarantino e eu gosto bastante da linha de pensamento e loucura dos filmes dele.
    Fiquei curiosa e esse livro já entrou para minha lista de leitura!

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  19. Poxa, o livro parece ser muito bom mesmo.... adorei a resenha, perfeita! Na verdade tudo tá otimo, a capa, a sinopse... quero muito ter a oportunidade ler esse livro!
    bjos

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  20. Eu adoro livros meio diferentes, como esse, espero ter a oportunidade de ler em breve.

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  21. Ain, acabei de ler o livro e gostei muito. Estou com vontade de assistir ao filme, e pelo que parece tem críticas tanto positivas quanto negativas. Adorei a resenha!

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  22. \o/ Resenha magnífica! Amei conhecer o blog.
    Assim que vi esse livro disse para mim mesma que ele precisava ser meu, e sua resenha só veio confirmar isso.
    Espero que o filme esteja à altura de tudo que o livro é pelo que vc disse na resenha.
    Um abraço!

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  23. Na verdade tomei contato com Selvagens através do filme... olhei para o cartaz e vi Travolta e mais acima Del Toro. Pronto, estava feita a empatia. Onde estão estes dois geralmente existirá um filme bom. Depois disso fiquei imaginando como seria um livro como este, quão cheio de percalços seria sua leitura. E desde então ele faz parte de minhas prioridades prioritárias. Agora sua resenha veio para arrebentar - Palahniuk + Tarantino é demais pra mim. Quero este livro já!

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  24. Eu compraria o livro só porque tem a Blake na capa! BLake Lively, SUA LINDA!

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  25. Nossa sou apaixonada por esse tipo de historia. Gosto desse ritmo, que o titulo da obra trás, parece que a leitura vai ser mesmo selvagem. Mas sinceramente não gostei da capa. Acho que não faz jus à historia. De qualquer forma preciso ler...Bjksss

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  26. O filme realmente é MUITO bom, com certeza o livro é melhor. Amo esse tipo de história. E a capa ficou linda!

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  27. A primeira vista esse livro não me interessou.Todavia acabei mudando de ideia,o que várias resenhas não fazem.
    É interessante o assunto,não é flores nem nada do tipo,é algo sombrio e cru.
    Uma leitura que eu não estou acostumada,mas tenho certeza que irei adorar.
    Estou doida para ver o filme com o Taylor Kitsch,dentre outros,mas antes lerei o livro
    Ótima resenha
    bjks

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  28. Já tinha ouvido falar do filme e só depois fui ver que era baseado em um livro! Gosto desse tipo de esctita, que parece ser bem crua. Mesmo que eu demore, agora só vou ver o filme despois que eu ler o livro! Gosto muito do enredo também: dois cara, uma garota, tráfico de drogas! Super quero!

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  29. Nossa, esse livro deve ser emocionante do começo ao fim. Muito curiosa para assistir o filme também.

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  30. Parece o tipo de livro perfeito, quero muito ler o livro e depois ver o filme. Acredito que deve ser um ótimo conto de ação dentro de um mundo de crime. No Don Winslow eu confio! Abração!

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  31. Nossa que livro, tem muita ação policial ,gosto desse tipo de livro pois amei o filme,bjs.

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  32. Eu não assisti ao filme e nem li o livro, mas vou fazer isso em breve. Quanto a história, sabemos que os cartéis de drogas, armas ou de tráfico humano, são sempre violentos, não admitindo erros e fazendo justiça com as próprias mãos, quando acham que foram traídos. Essa é a realidade dos cartéis. Creio que o livro não deva ser fora deste contexto. Gostei muito da sua resenha. Parabéns.

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  33. Não li o livro e não assisti ao filme, mas depois de sua resenha, estou com vontade de assistir e mais ainda com vontade de ganhar o livro.
    Quero parabenizá-lo não por sua resenha, mas por seu português. É raríssimo ler alguma coisa na internet sem erros. Parabéns mesmo! Assim dá gosto ler!

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  34. Palahniuk é demais. Se Don Winslow (nao so ele, mas qualquer autor) for comparado à ele, pra mim ja ganhou um voto de ser lido.
    Li varias resenhas sobre Selvagens e, juntamente com sua, positivissimas. Quanto a isso, nao tenho duvidas que quero ter em maos o meu exemplar. Adoraria conhecer e "ser um selvagem" HAUAHAUAH

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  35. Palahniuk é demais. Se Don Winslow (nao so ele, mas qualquer autor) for comparado à ele, pra mim ja ganhou um voto de ser lido.
    Li varias resenhas sobre Selvagens e, juntamente com sua, positivissimas. Quanto a isso, nao tenho duvidas que quero ter em maos o meu exemplar. Adoraria conhecer e "ser um selvagem" HAUAHAUAH

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Oscar