27 de março de 2014

Minhas Top 10 Séries

Séries de TV

Eu gosto muito de séries. Desde a adolescência, quando comecei a desenvolver uma certa dificuldade para dormir, elas são minha companhia, já que, por princípios obscuros, eu me recuso a ler à noite. Então, quando vi este post lá no aceita um Leite?, da Lu Tazinazzo, logo soube que tinha de trazê-lo para cá. Mas é aquela coisa de sempre: quando se trata de listas, alguém inevitavelmente ficará de fora fazendo quem compilou se arrepender depois. Então, no calor do momento, e excedendo ao máximo minha fanboyzice, Minhas Top 10 Séries são:

10. The River

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As apostas em The River eram altas. Ela tinha a produção do Spielberg e foi criada pelo mesmo diretor do Atividade Paranormal e pelo criador de Heroes. No enredo, acompanhávamos a busca pelo apresentador de tv Emmet Fox, mundialmente famoso por seu programa que retratava a vida selvagem, e que desparecera na Floresta Amazônica. Através de um sinal de resgate/gps, sua esposa e seu filho, com quem tem uma relação complicada, e parte de sua antiga equipe, localizam seu barco, mas ele não se está nele. Graças ao arquivo de fitas gravadas – o barco, era como um estúdio flutuante repleto de câmeras – eles tentam traçar seus passos para encontrá-lo. O maior chamativo da série era o suspense, e os roteiristas tinham uma floresta inteira para criar lendas, seres e momentos de tensão – como quando a esposa de Emmet desaparece em um rio com um palmo de profundidade – e isso era bem explorado pela equipe, mas não prendeu a atenção do público. A série foi cancelada em sua primeira temporada por baixa audiência, e depois rejeitada pela Amazon, para quem foi oferecida. Uma pena. Eu gostava muito da mitologia criada em torno da busca do apresentador, da influência que o misticismo tinha sobre os tripulantes do barco, e havia a promessa de temas mais elaborados, como o de uma tribo indígena alada. É uma pena, acho que o maior erro que cometeram com The River foi terem-na exibido na tv aberta.

09. Spartacus

Spartacus

Spartacus é uma série um tanto quanto homoerótica, com homens musculosos usando roupas mínimas enquanto se engalfinham pelo império romano seguindo Spartacus e seu sonho de liberdade para todos os escravos. Não sei o quanto de histórico a série tem, mas acredito que os produtores souberam narrá-la muito bem. Fato interessante é que o ator que interpretou Spartacus nas primeiras temporadas, Andy Whitfield, faleceu em decorrência de um câncer, sendo substituído pelo ator Liam McIntyre. Essas substituições podem ser um problema, mas até onde sei a série manteve boa audiência após a substituição. O que mais me agradava na série eram as cenas de lutas bem coreografadas, o uso de slowmotion e a estética de hq, com cenários gerados por computador que deixavam tudo mais interessante. Aos desavisados, a série é carregada de violência e sensualidade, com cenas eróticas, inclusive entre homens.

08. Gilmore Girls

Gilmore Girls

Esqueçam o péssimo nome em português, Gilmore Girls é uma das melhores séries que já assisti. Focando no relacionamento entre mãe e filha, as duas Lorelai Gilmore, sendo a filha chamada de “Rory”, vamos acompanhando o dia-a-dia das duas no charmoso povoado de Stars Hollow. De uma forma geral são narradas situações corriqueiras, como paqueras, trabalho e ambiente escolar, mas a presença das duas torna tudo muito mais interessante. Gosto principalmente da mãe, Lorelai, que segue o mantra “Life is short, talk fast”, e ela fala absurdamente rápido, e meu sonho é saber tecer comentários tão espirituosos acerca de cultura inútil quanto ela. Esta não asissti a todas as temporadas, parei ao final da segunda, tenho que retomar.

07. Veep

Veep

Sue, did the President call? Essa é a frase que Selina Meyer, vice-presidente dos Estados Unidos, repete a cada vez que vê sua secretária, Sue, recebendo como resposta sempre uma negativa. Em Veep, Julia Louis-Dreyfus – que atriz é essa? Dois abraços nela! – é a vice-presidente norte-americana, e tem de lidar com o fato de que seu escritório não tem importância alguma na administração. Até que Selina é esforçada, mas ao seu redor está uma equipe disfuncional que acaba sempre arrumando alguma confusão que fará com que ela tenha de ir a publico se retratar. A série satiriza de forma contundente os bastidores políticos, os acordos, a forma como as decisões são tomadas nas comissões que regulam, por exemplo, políticas ambientais e anti-tabagismo. Selina, por exemplo, tem um assessor sempre ao seu lado – o excelente Tony Hale, ambos ganharam o Emmy ano passado – que cita o nome da pessoa que está se aproximando, o que ela faz, e de que forma é importante que Selina tenha ou não um envolvimento com ela. É minha comédia preferida atualmente.

06. Falling Skies

Falling Skies

Série produzida pelo Spielberg que mostra uma invasão alienígena à terra, nos dias atuais. Como era de se esperar, eles detém tecnologia mais avançada e estão principalmente interessados em duas coisas: matar todos os adultos, e escravizar as crianças. A narrativa acompanha a Second Mass, um exército humano de resistência que sofre baixas severas por ter que proteger e levar consigo para onde vai um grupo enorme de civis, o que causa grande conflito entre Tom Mason, um ex-professor de história com conhecimentos de táticas militares de guerras clássicas, que se mostra útil como conselheiro, e Weaver, militar líder do grupo. A série peca ao tentar inserir drama familiar com música de fundo melosa em um ambiente de guerra, tanto que nas segunda e terceira temporadas o foco narrativo deu uma guinada. Claro que a família do Professor Mason tem uma participação importante no enredo, e as coisas ficam bem interessantes especialmente para o filho do meio…

05. The Walking Dead

The Walking Dead

Eu não entendo quem diz que TWD é a oitava maravilha do mundo, com enredo original e etc. Não é minha gente! TWD nada mais é que Resident Evil mesclado com Eu Sou a Lenda, narrado em quadrinhos que depois foi adaptado pra televisão. Gosto menos por isso? Não, eu adoro! A perspectiva de se acompanhar um grupo de pessoas tentando sobreviver a um apocalipse zumbi me atrai muito, e simpatizo com a maioria dos personagens, apesar de achar Rick um babaca às vezes. A série vem sofrendo altos e baixos, acho que a segunda temporada é a mais fraca, mas esta quarta tá ali perto, talvez um sinal da falta que o Frankie Darabont faz como showrunner. Veremos onde ela nos levará.

04. Game of Thrones

Game of Thrones

Eu sofro pelos Starks, eu odeio os Lannisters – não entendo como tem gente que acha o Tyrion uma boa pessoa! Pelos deuses antigos e novos, eu não entendo! – e torço para que Daenerys chegue logo à Porto Real para tirar Joffrey – intitulado por minha prima como o menino feio mais bonito do mundo – do trono. E também porque sabemos o quanto os dragões delas serão úteis para combater o que vem do norte, e não são os Starks. Adoro Bram, mas é por Arya que meu coração bate mais forte, e o Casamento Vermelho é uma tragédia tão grande, quando tudo estava tão perto, que naquele momento eu estapearia numa boa o tio Martin.

03. 24 horas

24 Horas

Essa assistia nas madrugadas com meu pai e acompanhamos juntos quase todas as temporadas. Jack Bauer fazia do mundo um lugar mais seguro, e os direitos humanos que me perdoem, mas eu não torcia a cara para os métodos que o sujeito usava para conseguir uma revelação enquanto o relógio soava na tela numa regressiva de cinco segundos. Acho que a série foi se perdendo um pouco no decorrer das temporadas – a primeira é, de longe, a melhor – e os roteiristas piraram bonito, com direito a explosão de bomba atômica em território americano e tudo. Um dos problemas que tive foi, com o decorrer do tempo, enquanto Bauer – dois abraços no Kiefer Sutherland – era torturado, feito refém, quase morto, perceber que ainda estava na metade da narrativa da temporada, então ele não poderia nem ficar ali preso pelas horas restantes nem morrer enquanto o relógio não contasse 24 horas. Assim, ele sairia da situação, de alguma forma impossível, mas sairia – como esquecer o episódio em que ele aplica adrenalina no próprio coração? As últimas cenas da última temporada, as palavras dele para Chloé, deixaram meu pobre coraçãozinho apertado. Ainda bem que vem uma sequência por aí.

02. Downton Abbey

Downton Abbey

A família Crawley entrou na vinha vida e agora conto no calendário os dias que faltam para a estreia da nova temporada: MUITOS! Criada por Julian Fellowes a partir do roteiro do filme “Assassinato em Gosford Park”, em Downton Abbey acompanhamos a vida na propriedade rural de mesmo nome, e de seus moradores: os Crawley, que vivem no “andar de cima”, o Conde, a Condessa, e suas três filhas; e a criadagem, que moram no “nadar de baixo”, e são muitos: cozinheira, ajudantes de cozinha, lacaios, mordomos, governantas, pajens, arrumadeiras, faxineiras, um verdadeiro exército que nos dá uma completa noção das razões pelas quais pouquíssimas dessas grandes casas sobreviveram ao tempo. A série foca na relação entre esses personagens e a maneira como reagem quando uma mudança inesperada quanto à herança da propriedade e do título de Conde surge, com um novo jogador no tabuleiro, um completo desconhecido para eles. Eu adoro a série, e espero que ela dure mais muitas temporadas, e se depender da audiência isso acontecerá: há muito tempo uma produção não ameaçava a supremacia da BBC na audiências dos especiais de Natal, mas a ITV e Downton Abbey estão aí pra isso. Acompanhar a evolução da família – vivem no pós-Primeira Guerra Mundial – e o modo como encaram as mudanças sociais é uma atração à parte. Só me preocupo com o elenco, aproveitando-se do sucesso internacional da série, muitos atores estão abandonando a série e buscando novas oportunidades nos EUA. Permanecendo a Maggie Smith já me sinto satisfeito.

01. Lost

Lost

É vida. É a melhor série já criada em todos os tempos e eu amo num grau que não consigo falar dela. Eu chorei assistindo Lost, diversas vezes, e isso vai até virar post muito em breve. Partindo da premissa dos robinsons, estilo de narrativa criado por Daniel Defoe em 1719, há quase trezentos anos atrás, com o lançamento de Robinson Crusoé, a série segue enredo básico que colocava pessoas comuns que sobreviviam a um acidente – aéreo ou naufrágio – e se descobriam em um meio hostil, tradicionalmente uma ilha, buscando então meios para sua sobrevivência. O subgênero fez muito sucesso, e, há trezentos anos atrás, era a modinha da época, e até mesmo Júlio Verne se aventurou nela algumas vezes, com “A Ilha Misteriosa” e “Tio Robinson”. Na série, cerca de quarenta pessoas sobrevivem à queda do voo Oceanic 815, e logo nos primeiros dias descobrem que a ilha na qual caíram não era uma ilha qualquer, graças à uma criatura barulhenta forte o bastante para arrancar árvores pela raiz. Os dias passam, o resgate não chega, se veem em meio a cada vez mais mistérios, e descobrem que não estão sozinhos. O trunfo da série é sua narrativa, com flashs que nos apresentam quem eram os personagens e o que faziam no mundo exterior antes do acidente, que dá uma agilidade enorme à narrativa. Confesso que gostava mais da ilha enquanto ela era envolta em mistérios, depois a coisa meio que banaliza. Segui fã da série, mas as três primeiras temporadas são imbatíveis.

 

Menções honrosas

Arquivo X, Plantão Médico, Without a Trace, Death in Paradise, Os Normais. Supernatural só não está na lista graças ao lixo que é a sétima temporada.

22 comentários:

  1. Sabe quando você pensa uma coisa e ler exatamente aquilo que você pensou? Pois é, quando li o titulo Spartacus pensei "é uma série um tanto quanto homoerótica" [isso não é uma critica, só constatação do obvio] e ai li exatamente o que pensei uau kkkkkk

    Assisti algumas temporadas de Gilmore Girls na tv aberta, morro de vontade de baixar e acompanhar tudo, um dia quando a preguiça deixar farei isso!!!

    Veep fez cocegas na minha curiosidade!!! #SeraQueVejo

    Eu não acompanho "The Walking Dead", mas só de pensar nela sinto coisas... estou eu falando na minha sala HORRIVEL de setimo ano [como eu tenho coisas com aquela turma] sobre Bandidismo social e então cito Zumbi como exemplo, advinha o que acontece???? Sim, os alunos gritam: "The Walking Dead Tia Jaci!" [Não se surpreenda com o tia, se o professor de matemática me chama de tia o que se esperar das pestes do 7 anos?]. Ah, quando for comentar TWD com as crianças vou usar esse seu comentário petulante com ar de escarnio hahaha #Vingança

    Eu não acompanho a série "Game of Thrones" só leio os livros, estou empacada no "Festim dos corvos", mas sinceramente: Tenho simpatia pelos Lannisters, acho os Starks malas [embora de cada 100 teste 101 digam que sou uma légitima Stark], acho a Arya uma mala sem alça, quero que a Sansa fique bem... e Jon Snow... quero colocar ele no colo e levar para casa. Ah, a Dany é TUDO!

    Tenho uma solida resistência a "Downton Abbey", não me pergunte porque!!! Eu tive vontade de ver, maaaas, com o tempo peguei implicância sem fundamento.

    E bem, para quem não é muito de ver séries, é incrivel como eu consigo fazer comentários terrivelmente enormes néh?!?!

    To com vontade de adaptar esse top 10 para animes e afins! Se pensar direitinho também são histórias contadas em série néh?!?!

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    1. Mas gente, a Arya é a mais legal =( A única Stark que deveria morrer, que é a Sansa deve ser a única que vai sobrar no final hahahaha

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    2. Como assim os Starks são malas? Eles são leais, guardam a palavra, veem do Norte, e tem lobos gigantes como animais de estimação!!! Já eu odeio os Lannisters, e ponto!

      Agora, se renda as séries!, Veep é uma boa pedida.

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    3. Os Starks me irritam porque eles vem as coisas muito em preto e branco. Ou é certo ou é errado... eles não relativizam as coisas, não ponderam sobre a fragilidade da vida e a subjetividade humana. Eles me lembram as pessoas da igreja na qual congrego, o pragmatismo que orienta a vida, "o Inverno está chegando". Eu sou Stark até a alma e queria ser Lannisters só de vez em quando hsuahsuas....

      Agora sobre séries... quem sabe um dia eu tome juízo.

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  2. Aaaaah que lista legal! By the way, a imagem de abertura ficou simples e linda, adorei o amarelo! #coisasdedesigner

    Sobre Spartacus ser "homoerótica": meus amigos: a Roma antiga era homoerótica hahahahaha não tem como fugir disso.

    Eu adoro Gilmore Girls também, acho a Lorelai uma das personagens mais divertidas ever! Sobre séries canceladas na primeira temporada, isso me aconteceu com Miracles e Jericho, ambas estreladas por Skeet Ulrich - o Johnny Depp sem grife. Fiquei totalmente arrasada quando Miracles foi cancelada, é dos mesmos produtores de Supernatural e talvez fosse até melhor, se tivesse continuado.

    Falando em Supernatural, eu só considero a série até a 5ª temporada, que foi o planejado pelo Kripke e depois ele saiu porque não concordava com as continuações. Nem me atrevi a ver além.

    Estou totalmente deprimida sem Downton Abbey, mas abril está aí e só tenho uma coisa a dizer: DRACARYS!

    Abraços!

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    1. "a Roma antiga era homoerótica" exatamente \o/ shuashaushshuas... E o povo achando que homoafetividade é coisa do fim dos tempos néh?!?!

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    2. Lu, eu ia vir dizer exatamente isso, que Roma era homoerótica mesmo, logo... aliás "Roma" eu acho uma série mais legal que Spartacus, mas tem menos homoerotismo - provavelmente é menos realista nesse sentido. Mas Roma é mais abrangente, acredito eu.

      Sobre Tyrion - como assim não é uma boa pessoa? É um dos caras mais sensatos e justos da série. Acho que fica mais claro pra quem lê os livros isso. O Tyrion por exemplo é o único Lannister que tem coragem de cercear o Joffrey, e o único que tenta de verdade colocar juízo no moço. Enfim. E até o Jaime vai melhorando com o passar dos tempos... apesar de eu jamais jamais jamais perdoá-lo pelo que fez ao Bran.

      Como assim a Arya é uma mala sem alça, tadinha... ela é uma menina de 8 anos que não se vê representada na vida das mulheres da época... eu acho ela muito legal, adoro.

      Mas eu não tenho ódio da Sansa... no começo eu até tinha, ela era uma mala sem alça, só queria vestidos e príncipes e não enxergava o Joffrey como ele era... mas depois de tudo o que aconteceu, não consigo ter ódio dela, não da forma como ela aprendeu que a vida é dura.

      Lu, eu adoro Jericho, mas teve uma segunda temporada curtinha, não viu? Com uma explicação do que está acontecendo e um final bem esperançoso, mas super militar e norte-americano... que faz todo sentido na cultura deles.

      Jericho é imperdível. Muito bom.

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    3. Lu, cancelar séries na primeira temporada é um crime com quem acompanha - estou num dilema com "Siberia", que também não deve ganhar uma segunda temporada. Não conhecia as séries que citou, vou pesquisar mais sobre elas....

      Agora, adoro a Lorelai, não tem como não gostar dela. E, sim, GoT tá já começando, rsrs.

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    4. E, Sharon, pois é, como não amar os Starks e sua tragédia?? Menos a Sansa, eu tenho pena dela, mas não consigo simpatizar com a moça.... Tenho que retomar a leitura dos livros!

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  3. Luciano, sabe que nunca me interessei muito em seguir uma série? As que tentei acompanhar, sem sucesso, foram: One Tree Hill, Smallville e Supernatural.

    Detestei as últimas duas, sendo que achei One Tree Hill não muito interessante, e parei. Minha última tentativa foi Doctor Ruim (me perdoe o trocadilho se você curte, mas enfim rs).

    Meu noivo andou me apresentando Lost e The Walking Dead, e confesso que gostaria de acompanhar as duas se passassem na TV no meu ritmo, porém não sei se tenho paciência para buscá-las desde o começo.

    Um abraço! ;)

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    1. Jéssica, eu sempre fui fã, gosto de acompanhar e sou do tipo que sofre á espera do próximo episódio.... Agora, das que você citou, não gostei de One Tree Hill nem de Smallville, e Supernatural é bo até a quinta temporada, depois a coisa desanda. Agora, concordo com você, Doctor Who é ruim demais!, tenha dó!

      Quanto à Lost, vixe, gosto demais!

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  4. Eu sou de poucas séries, mas ainda sim, consegui perceber o quão diferente é teu gosto. Eu sou fã de Pretty Little Liars e Bates Motel, gêneros assim... Não consegueria assistir a estas por muito tempo, mas ótimo post!

    Beijos.
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    1. Alyne, Bates Motel é muito boa, tenho que correr atrás da segunda temporada!

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  5. The Walking Dead, Game e Lost eu já assisti. Ainda não terminei, mas pretendo dar continuidade.
    O que assisti tudo foi The Big Bang Theory e gostei muito. Muito me admira não estar na lista. Bom, eu gostei bastante, vai ver é porque não é seu gênero, rs.
    Os demais eu não conhecia.

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    1. Ah, eu gosto de Big Bang Theory, mas não sou o maior fã dela, tem outras comédias - inclusive do Lore - que me chamam mais a atenção, como Mom, por exemplo ;)

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  6. As minhas. Dallas, Os Pioneiros, Túnel do Tempo. Assisto ainda hoje. Tá bom vai. Atuais, Gilmore Girls concordo com o Luciano. Lost é vida.

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    1. Siiim, Lost é vida! Dallas também é muito bom - a primeira versão, a nova nem assisti.

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  7. Primeiro: eu amei seu blog, mesmo. Achei bonito, diferente, bem feito.
    Segundo: será que se eu correr consigo acompanhar GoT? É tanta série alimentando meu vício recentemente que eu acho que não dou conta de mais.
    Quando eu descobri Downton Abbey fiquei super animada, porque adoro tudo que é de época, achei que fosse se tornar mais uma paixão minha, mas a verdade é que não consegui terminar nem o primeiro episódio. Sei la, achei meio parado.
    A minha preferida é Sherlock, sou realmente encantada, viciada, apaixonada <3 Não só por ser fã da personagem de Sir Arthur Conan desde pequena, mas também pelo maravilhoso trabalho que a BBC fez nessa adaptação.
    Achei seu blog por acaso, mas a partir de hoje vou ficar acompanhando e voltando sempre :)
    Beijo

    www.cecismaria.blogspot.com

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    1. Ahhh, Downton tem uma narrativa mais calma mesmo, se trata de relações, então nada de muito "eletrizante" acontece no princípio, mas vale a pena acompanhar! Um amigo me indicou Sherlock, mas ainda não consegui assistir.

      E seja bem vinda ;)

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Oscar