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30 de junho de 2014

Os Melhores Livros do Primeiro Semestre de 2014

2014.1

Eu insisto em me assustar com a velocidade com que o tempo tem passado. Lá se foi o primeiro semestre do ano. Simples assim. 2014 tem se mostrado um ano desafiador para mim. Não consegui implementar ainda tudo o que queria no blog, mas estou caminhando para. É a vida.

14 de fevereiro de 2014

Solução do “Qual é o Livro?” #12

Não estava tão difícil, mas foram poucas as participações. Quem acompanhou as últimas resenhas do blog conseguiu adivinhar com certa facilidade sobre qual livro estava falando no “Qual é o Livro? #12”, que era um livro recém lançado mas que já há algum tempo é comentado em blogs que o leram no original.

A solução correta era a seguinte:

20 de janeiro de 2014

Quando Eu Era Joe – Joe, Livro 01, de Keren David [Resenha #156]

Quando eu Era Joe - Texto


Sinopse: Imagine o que é perder, em uma única noite, sua casa, seus amigos, Como é possível viver mentindo sobre todas as coisas? Sua escola e até mesmo o seu nome. Aos 14 anos, Ty presencia um crime bárbaro num parque de Londres. A partir desse momento, tudo muda para ele: a polícia o inclui no programa de proteção à testemunha, e Ty é obrigado a assumir uma vida diferente, em outra cidade. O menino ingênuo, tímido, que costumava ser a sombra do amigo Arron, matricula-se na nova escola como Joe... E Joe não poderia ser mais diferente de Ty: faz sucesso com as meninas, torna-se um corredor famoso... Joe é tão popular que acaba incomodando os encrenqueiros da escola. Ser Joe é bem melhor do que ser Ty. Mas, logo agora, quando ele finalmente parece ter se encaixado no mundo, os atentados e ameaças de morte contra sua família o obrigam a viver no anonimato, em fuga constante e sob a pressão de prestar depoimentos sobre uma noite que ele gostaria de esquecer. Um livro – de tirar o fôlego! – sobre coragem e sobre o peso das consequências do que fazemos.


Já disse aqui neste blog algumas vezes que capas com close-up de modelos não me atraem, pois elas interferem na ideia que eu faço dos personagens, e quase sempre destoam de alguma descrição que o autor nos dá no miolo do livro. Mas aqui duas coisas me chamaram a atenção: o uso o “era”, no passado, que sugere que alguma coisa deu errado; e as gotas de sangue, que vem para ratificar essa impressão. Com o livro na mão, fui gratamente surpreendido.

Oscar