
Chegamos à sexta edição do BookCrossing Blogueiro e, olhando para trás e relembrando todas as edições, não posso deixar de me surpreender ao perceber como o simples ato de deixar um livro seguir seu caminho me mudou.
Se antes o fazia com uma dor no peito fruto de um apego que hoje me parece dotado de pouco sentido – mas ainda “pouco”, e não “nenhum” – agora compreendo melhor a validade da iniciativa.
