Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens

11 de fevereiro de 2013

Charlotte Street [Resenha #107]

Charlotte Street

 

 

 

 

Sinopse: Tudo começa com uma garota... (porque sim, sempre há uma garota...) Jason Priestley acabou de vê-la. Eles partilharam de um momento incrível e rápido de profunda possibilidade, em algum lugar da Charlotte Street. E então, em um piscar de olhos, ela partiu deixando-o, acidentalmente, segurando sua câmera descartável, com o filme de fotos completo... E agora Jason — ex-professor, ex-namorado, escritor e herói relutante — se depara com um dilema. Deveria tentar seguir A Garota? E se ela for A garota? Mas aquilo significaria utilizar suas únicas pistas, que estão ainda intocáveis em seu poder... É engraçado como as coisas algumas situações se desenrolam...

Adiei por muito tempo a leitura de Charlotte Street, nada nele me chamava a atenção então deixava o livro para depois. Agora posso dizer o quanto me arrependo de ter feito isso – ou, para parar de me culpar, talvez este tenha sido o momento certo de lê-lo.

28 de dezembro de 2012

Lady Almina e a Verdadeira Downton Abbey [Resenha #095]

Lady Almina e  a Verdadeira Donwton abbey

 

 

 

 

 

 

Sinopse: O castelo de Highclere, na Inglaterra, cenário principal da série de TV Downton Abbey, foi a moradia de lady Almina, a quinta condessa de Carnarvon e herdeira do banqueiro Alfred de Rothschild. A partir de registros em diários, cartas e fotografias, sua atual sucessora, lady Fiona, faz em Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey um retrato de uma corajosa mulher que, além de bela e rica, teve participação na vida política de seu país e tornou-se a mais célebre moradora de Highclere

Se já era admirador confesso de Highclere, a incrível mansão que serve de cenário para a história desenrolada em Downton Abbey, após ler “Lady Almina e a Verdadeira Downton Abbey”, escrito pela atual Condessa de Carnarvon, fiquei – se é que é possível – ainda mais impressionado com o lugar.

21 de dezembro de 2012

Gelo Negro – O Jovem Sherlock Holmes Livro 3 [Resenha #093]

O Jovem Sherlock Holmes Livro 3 Gelo Negro

 

 

 

 

Sinopse: Quando o irmão de Sherlock é surpreendido com uma faca nas mãos, debruçado sobre um cadáver, todas as evidências indicam que se trata de um assassinato. Mas o garoto não acredita nisso, e sua natureza inquieta não o permitirá deixar de lado a oportunidade de investigar o caso a fundo — especialmente porque dessa vez não é apenas a solução de um mistério que está em jogo. Caso a verdade não venha à tona, Mycroft será condenado à forca. Em uma eletrizante busca por provas, Sherlock irá mais longe do que jamais foi, até a distante Moscou. Para salvar Mycroft, ele precisa deduzir a identidade do verdadeiro criminoso, mas as dúvidas são muitas. E os perigos também.

Nada como um livro leve pra me “desintoxicar” da leitura de “No Meu Peito Não Cabem Pássaros”. E Gelo Negro é um livro perfeito para isso. Parte da série “O Jovem Sherlock Holmes”, aqui acompanhamos o futuro detetive me mais uma grande aventura.

17 de dezembro de 2012

No Meu Peito Não Cabem Pássaros [Resenha #092]

No Meu Peito Não Cabem PássarosSinopse: Que linhas unem um imigrante que lava vidros num dos primeiros arranha-céus de Nova York a um rapaz misantropo que chega à Lisboa num navio e a uma criança que inventa coisas que depois acontecem? Muitas. Entre elas, as linhas que atravessam os livros. Em 1910, a passagem de dois cometas pela Terra semeou uma onda de pânico. Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram, caladas e vencidas, aquilo que acreditavam ser o fim do mundo. Nos dias em que o céu pegou fogo, estavam vivos os protagonistas deste romance - três homens demasiado sensíveis e inteligentes para poderem viver uma vida normal, com mais dentro de si do que podiam carregar. Apesar de separados por milhares de quilômetros, as suas vidas revelam curiosas afinidades e estão marcadas, de forma decisiva, pelo ambiente em que cresceram e pelos lugares, nem sempre reais, onde se fizeram homens. Mas, enquanto os seus contemporâneos se deixaram atravessar pela visão trágica dos cometas, estes foram tocados pelo gênio e condenados, por isso, a transformar o mundo. Cem anos depois, ainda não esquecemos nenhum deles. Escrito numa linguagem bela e poderosa, que é a melhor homenagem que se pode fazer à literatura, o livro é um romance de estreia invulgar e fulgurante sobre as circunstâncias, quase sempre dramáticas, que influenciam o nascimento de um autor e a construção das suas personagens.

Existe, em alguma cultura, um deus para os livros? Não sei, mas se não me engano, e a Wikipédia não me deixa enganar, São Francisco de Sales é o padroeiro dos escritores, e São Jerónimo de Strídon o dos bibliotecários. Bom, fico com os dois, e agradeço: muito obrigado, muito obrigado e muito obrigado. Em um ano de muitas descobertas literárias, me deparei com Nuno Camarneiro.

13 de dezembro de 2012

Quem Poderia Ser a Uma Hora Dessas? [Resenha #091]

Quem Poderia Ser a Uma Hora Dessas

 

 

Sinopse: Em uma cidade decadente, onde se criam polvos para a produção de tinta, onde há uma floresta de algas marinhas e onde um dia funcionou uma redação de jornal em um farol, um jovem Lemony Snicket começa o seu aprendizado em uma organização misteriosa. Ele vai atender seu primeiro cliente e tentar solucionar o seu primeiro crime, aos comandos de uma tutora que chama carro de “esportivo” e assina bilhetes secretos. Lá, ele vai cair na árvore errada, vai entrar no portão errado, destruir a biblioteca errada, e encontrar as respostas erradas para as perguntas erradas - que nunca deveriam ter passado pela cabeça dele. Ele escreveu um relato sobre tudo o que se passou, que não deveria ser publicado, em quatro volumes que não deveriam ser lidos. Este é o primeiro deles.

Perguntar para qual faixa etária Lemony Snicket escreveu este livro é uma pergunta errada. Primeiro volume de uma série, "Quem Poderia Ser a Uma Hora Dessas" é o tipo de livro que pode ser lido por qualquer um e boa parte destes leitores vão apreciá-lo. É o tipo de livro que me agrada, me proporciona uma boa leitura sem exigir tanto. Alguns de meus melhores momentos como leitor foram proporcionados por livros assim, e não faz muito tempo…

10 de dezembro de 2012

Esposa 22 [Resenha #090]

Esposa 22

 

 

 

 

 

Sinopse: Alice e William Buckle se casaram apaixonados. Mas, dois filhos e quase vinte anos depois, Alice está entediada. Por isso, quando recebe um convite por e-mail para participar de uma pesquisa on-line sobre casamentos, ela aceita num impulso. Respondendo às perguntas enviadas por um pesquisador anônimo e carismático (Pesquisador 101), Alice (Esposa 22) tem a oportunidade de reexaminar a história do próprio relacionamento.

Quando solicitei Esposa 22 não esperava muito dele: achava que seria mais uma comédia romântica com personagens rasos e situações clichés. Bastaram poucas páginas para que percebesse que tinha em mãos um livro único. Talvez, até mesmo, o melhor que li este ano.

7 de dezembro de 2012

O Reino [Resenha #089]

O ReinoSinopse: Em Spartan Gold e Lost Empire, Clive Cussler levou os leitores ao mundo do time do casal Sam e Remi Fargo, em que suas paixões e instinto para caçar tesouros trouxeram descobertas extraordinárias e jornadas perigosas. A próxima aventura do casal, no entanto, pode ser mais ainda aterrorizante. Os Fargos são especialistas em caçar tesouros e não pessoas. Mas, então, um barão do petróleo de Texas os procura com uma pedido pessoal: um investigador amigo dos Faros estava em uma missão para procurar o pai do barão, porém, agora ele também está sumido. Sam e Remi seriam capazes de procurar pelos dois? Apesar de não ter adicionado muita informação sobre o caso, Fargos concorda em começar a procura. O que eles encontrarem irá além do que eles imaginaram. Em uma viagem que os irá levar a Tibet, Nepal, Bulgária, Índia e China, os Fargos serão envolvidos com um mercado negro de fósseis, um baú centenário e o ancião do Reino Tibetano de Mustang, um dirigível do século anterior...

Estava ansioso por este livro. Minha primeira aventura com um livro de Cussler, em “O Espião”, foi muito boa, com um personagem interessante e uma trama bem construída. Aqui sai Isaac Bell, o detetive bonitão e cheio do dinheiro e entra em cena o casal igualmente endinheirado Sam e Remi Fargo.

Oscar