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Sinopse: Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Keysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era logo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é sanidade? Garotas interrompidas.
Garota, Interrompida é o tipo de livro que você fica se perguntando qual a maldita razão de não ter sido lançado por aqui antes. O filme que se baseou nele fez um grande sucesso e ajudou a evidenciar o debate levantado pelo livro, ampliando exponencialmente a mensagem que a autora, Susanna Kaysen, gostaria de passar e trazendo um novo público para o centro de debate. Qual, então, a razão de não ter sido lançado antes? Não sei.

