Devia ter uns 13 anos quando comecei a anotar em um caderno as dedicatórias dos livros que lia. Tinha admiração por elas, pois, dado a dificuldade de se escrever – e publicar – um livro, imaginava que a pessoa a quem o autor dedica sua obra deveria ficar imensamente feliz com o fato.
Existem dedicatórias de todos os tipos, desde as mais diretas e românticas, como a de Ray Bradbury, que dedica sua obra prima, As Crônicas Marcianas, à sua esposa, Marguerite, com as seguintes palavras:
