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6 de novembro de 2014

Autores na Geladeira [Listas Rápidas #5]

Listas Rápidas

Mais um Listas Rápidas, acho que a maioria de vocês já sabem como funciona: definimos um tema e listamos as primeiras coisas que vierem a cabeça, sem que tenhamos que ficar obcecados com ordem, mérito ou justiça. Simples assim.

Essa semana o tema é “Autores na Geladeira”. Interpretem da maneira que acharem melhor, rs.

13 de março de 2013

Leia Sempre [Selo]

Hoje estou me sentindo particularmente rebelde e destemido, então resolvi encarar o editor de postagens do Blogger - pra quem não sabe eu uso o excelente "Windows Live Writer", da Microsoft, que permite editar as postagens como uma liberdade muito maior, colocar efeitos em fotos, enfim, merece uma olhada - que não vai muito com a minha cara e insiste em colocar espaços onde não deveria.

Mas vim hoje para responder ao selo que ganhei da nossa já conhecida Pandora, lá no "Uma Pandora e sua Caixa". Foi o "Leia Sempre".

6 de março de 2013

10 Autores de quem eu leria qualquer coisa

autores

Vi esta lista no Distopicamente, da Isabel e decidi responder. Gosto muito de listas, elas dão trabalho para formatar, e, terminadas, não nos satisfazem por completo, sempre alguém ou algo importante fica de fora. Para listar apenas dez autores de quem leria qualquer coisa, tive os mesmos problemas de sempre e, para não me comprometer com uma missão quase impossível, optei por ordená-los alfabeticamente. É melhor assim. São eles:

25 de fevereiro de 2013

Norwegian Wood [Resenha #110]

Norwegian Wood

 

 

 

 

 

Sinopse: Publicado originalmente em 1987 e inédito no Brasil, NORWEGIAN WOOD foi o livro que alçou o japonês Haruki Murakami da condição de autor cult à de ícone cultural. Com mais de quatro milhões de cópias vendidas no Japão, é um romance de formação com toques autobiográficos, ambientado na Tóquio do final da década de 1960, que narra a iniciação amorosa do jovem estudante de teatro Toru Watanabe. Comparado a O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, por sua influência em toda uma geração de jovens leitores, o livro capta com maestria e lirismo a angústia e o desamparo da transição da adolescência à idade adulta.

Eu sempre tive problemas com romances de formação. Com “O Apanhador no Campo de Centeio”,só sobrevivi até Holden Caufield marcar com a prostituta, e se me lembro bem isto acontece lá pelo no início do livro. Mas com “Norwegian Wood” saí na frente por não saber de antemão que era disso que se tratava o livro – e aqui me felicito por não ler sinopses antecipadamente.

Oscar