Fui indicado pra essa TAG pela Elis, do A Magia Real ;)
A ideia é que se relacione um livro com cada uma das doenças propostas, se você tem tendências hipocondríacas não vá se sentir sugestionado. Ok?
Fui indicado pra essa TAG pela Elis, do A Magia Real ;)
A ideia é que se relacione um livro com cada uma das doenças propostas, se você tem tendências hipocondríacas não vá se sentir sugestionado. Ok?
Sinopse: Tropas Estelares [Hugo Winner Award de 1960] é um dos mais polêmicos livros da história da Ficção Científica. Mostra a Terra, em um futuro não muito distante, vivendo sob uma Federação interplanetária, onde só exerce direito de voto (e adquire cidadania plena) quem serve às Forças Armadas. A história mostra o treinamento e preparação de jovens soldados (com um realismo impressionante) até que estoura a guerra contra os temíveis e misteriosos Insectóides, poderosos alienígenas aracnídeos que podem destruir o sonho terrestre de expansão no universo.
Não tenho como começar essa resenha sem citar dois escritores que já afirmaram serem influenciados pela obra de Robert A Heinlein: George R.R. Martin e Neil Gaiman. Tá bom ou é pouco?
Heinlein é um dos grandes mestres da ficção científica, diversas vezes ganhador do Hugo Awards, um dos mais importantes prêmios para obras do gênero, uma delas, em 1960 pelo Tropas Estelares, que havia sido originalmente serializado um ano antes, na revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction.
Tenho muitos memes atrasados para responder, então vamos por partes e, com calma, consigo deixar tudo em dia até o fim do ano. O de hoje recebi da Monique Químbeli, do blog “Sete Vidas”.
Regras obrigatórias: indicar dez blogs (é expressamente proibido oferecer o Laço "a quem quiser pegar" sem indicar os blogs primeiro), avisar aos blogueiros em questão, colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha e responder à pergunta:
Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
Não é uma pergunta tão simples, pois quando o fazemos somos levados a considerar – e mesmo que inconscientemente – nossos gostos pessoais, que podem não casar com o da pessoa a quem estamos indicando.
Quando ainda na escola, indiquei Agatha Chrstie para uma porção de amigos, mas apenas um deles foi até o fim e disse ter gostado – e outro abandonou no meio do caminho, mas ficou curioso para saber o final, que não contei. Às vezes dá saudades do tempo em que as respostas estavam bem mais longe que um clique no Google.
Finalmente encerro, com este post, minha lista dos melhores do ano passado. Se na lista dos filmes sofri por não ter assistido filmes marcantes o suficiente – apesar de ter esquecido Não Estou Lá, sabe-se lá por qual razão, mas listas são traiçoeiras por este motivo, sempre alguma coisa fica de fora – nesta a dificuldade se deu por ter lido no ano passado livros que me marcaram por diversos motivos.
Assim, depois de pensar bastante, e de um sobe e desce incrível de posições, a lista final é esta. Não estranhem se, ao conferirem as notas dadas nas resenhas com as posições que cada título obteve aqui, um livro com uma nota menor estiver na frente de um que recebeu uma nota maior. Às vezes, o segundo lugar nos marca bem mais que o primeiro.
Até agora foram dois, e não consigo escolher entre eles, pois são de gêneros diferentes. O primeiro é O Cair da Noite, escrito pelo grande Isaac Asimov, juntamente com Robert Silvenberg. O livro se passa em Kalgashi, um planeta iluminado por seis sóis onde nunca é noite. Acontece que um astrônomo prevê um evento raro no qual, em um dia a cada 2 mil anos, a noite finalmente cai, e a partir daí tem de lutar para preparar a população, que certamente entrará em pânico ao se verem privadas da luz dos seis sóis. O livro trata de arqueologia, astronomia e religião sem que tencione ser uma enciclopédia, e confronta a todo momento o que diz a ciência e o que crê os religiosos. É um livro delicioso, muito bem escrito – e qual de Asimov não é? – e de uma criatividade surpreendente. Vale a pena.
A segunda pergunta do Meme Literário de Um Mês pede que que se fale um pouco do último livro que lemos, e também do próximo que vamos ler. Com as repostas dá para perceber a mescla de estilos que reina em minha estante, já que li Clarke, estou lendo Górki, e passarei para Rand. Aí estão 3 escritores bem distintos ;) com uma única coisa em comum: são grandes mestres, cada qual em seu estilo. Vamos aos livros:
Kalgashi é um planeta iluminado por seis sóis: Onos, Tano, Sitha e Dovim, Patru e Trey. Assim, seus habitantes não conhecem a escuridão, e a temem mortalmente, considerando-a a maior das aberrações.
“A Escuridão é a coisa mais antinatural do mundo.”
Mas, num planeta cuja órbita compreende seis sóis, será possível haver um único dia sem nenhum astro no céu? Um único dia de escuridão? A ciência diz que não, porém, os Apóstolos do Fogo, uma organização religiosa tida como extremista, e que vive em constante contradição entre seus conceitos e os defendidos pelos cientistas, afirmam disporem de muito mais informação histórica que estes, e que tal dia chegará, e a humanidade passará pelo juízo dos Deuses, sendo julgados por serem maus.
Vi este desafio passando pelo blog A Magia Real e decidi participar. É uma boa pedida para que me sinta motivado não somente a ler mais neste ano, mas também a postar resenhas, uma vez que andei em falta com as resenhas no ano passado, mas agora estou decidido a retornar com força total. Em 2010 li 27 livros – incluindo mangás – então tenho bons motivos para ler mais.
Porém, não é preciso afobação. Basta que administre melhor meu tempo livre, e dedique mais momentos para a leitura. Minha lista de livros a ler já é quilométrica, quero muito colocá-la em dia. 2011 já começou produtivo.
E, que fique bem claro, de propósito! A iniciativa foi da Isadora, do blog Tantos Caminhos, inspirada neste post da Luma, do Luz de Luma, convidando blogueiros a esquecerem um livro na data de hoje. Uma misteriosa alergia surgida novamente em meu olho direito meio que atrapalhou meus planos, que originalmente incluíam uma obra de Julio Verne ou Agatha Christie e um exemplar de Tonico, de José Rezende Filho.
Tonico tem para mim uma significação especial por ter sido o primeiro livro que ganhei com dedicatória e tudo. Ele foi ofertado pela bibliotecária da minha escola, e sua leitura durante as férias foi quase que compulsiva. O livro conta a história de Tonico, um garoto que tem que se adaptar a uma nova vida após o falecimento do pai, tendo – ou crendo ter – que lutar por seu próprio dinheiro, como maneira de ajudar a mãe. Tonico é um daqueles livros clássicos da Coleção Vaga-Lume que, sem exageros, são verdadeiros patrimônios culturais de nosso país, afinal, quem nunca passou alguns dias na companhia de um dos títulos da coleção?