Junho foi um mês estranho. Foi o mês em que voltei de férias e me deparei com mudanças drásticas em dois ou três aspectos que cedo ou tarde vão dar o que falar. Mas também foi o mês em que fiz o trabalho de campo onde visito os produtores rurais uma vez por ano. É uma tarefa que me agrada e que me faz sentir – ao mesmo tempo em que reconheço as dificuldades pelas quais passam – certa inveja daqueles campos verdes, do cheiro de mato fresco e de um vento que sibila por entre as árvores. Eu gostaria de morar em um sítio!