“À sombra de Tito Lívio, conhecido em inglês como Livy, que preservou para nós as histórias mais antigas da Roma mais antiga.”
– Steven Saylor, em “Roma”.
“À sombra de Tito Lívio, conhecido em inglês como Livy, que preservou para nós as histórias mais antigas da Roma mais antiga.”
– Steven Saylor, em “Roma”.
Sinopse: Com incrível habilidade, Steven Saylor entremeia séculos da história romana com a saga de duas famílias: os Potício e os Pinário, que estarão presentes desde a fundação da cidade; ao lado de Cipião durante as guerras púnicas; dos lendários reformistas Tibério e Caio Graco durante as turbulências do século II; e de Júlio e Augusto César, quando a República dá lugar ao Império. Fato e ficção se fundem, delineando imagens reais e marcantes de uma cidade eterna.
Embalado por uma onda de boas leituras de romances históricos, resolvi partir para uma que prometia em muitos aspectos. Roma, do autor Steven Saylor, é muito bem comentado e tem até mesmo uma continuação, Império, – que ainda não sei se é direta ou espitritual – e tem o grande atrativo de falar sobre um tema que é universalmente conhecido e já foi retratado em inúmeras outras obras, extrapolando até mesmo o universo dos livros.
Sinopse: Até o momento em que ele recebeu um telefonema desesperado de seu pai, Daniel acreditava que seus pais estavam indo para uma aposentadoria tranquila, bem merecida. Eles venderam sua casa de negócios em Londres e disseram "adeus para a Inglaterra" com uma festa alegre onde todos os seus amigos se reuniram para desejar-lhes bem para a grande aventura: sair para começar uma nova vida sem um controle remoto, numa fazenda bucólica na zona rural Suécia. Mas, com um telefonema, tudo muda. "Sua mãe não está bem" seu pai lhe diz., "Ela está imaginando coisas - terríveis, coisas terríveis. Ela teve um surto psicótico e foi internada em um hospital mental". Daniel se prepara para correr para a Suécia, no primeiro voo disponível para o dia seguinte. Antes que ele possa embarcar no avião, seu pai contatá-lo novamente com uma notícia mais assustadora: sua mãe foi liberada do hospital, e ele não sabe onde ela está. Em seguida , ele ouve de sua mãe: "Tenho certeza que seu pai falou com você. Tudo o que o homem lhe disse é uma mentira. Eu não sou louca. Eu não preciso de um médico. Preciso da polícia. Estou prestes a embarcar em um voo para Londres. Encontre-me no aeroporto de Heathrow". Pego entre seus pais, e não tem certeza de quem acreditar ou em quem confiar, Daniel torna-se juiz e o júri disposto de sua mãe quando ela diz-lhe um conto urgente de segredos, de mentiras, de um crime horrível e uma conspiração que implica o próprio pai.
Após a leitura de “Kingmaker” – livro incrível,não perca a resenha! – precisava renovar minhas leituras tentando manter o bom ritmo que consegui com o livro, então cheguei a mesma conclusão que já havia chego inúmeras outras vezes: preciso ler um romance policial!


O post de hoje é uma ode ao tempo que não para.

“Para Frank, Toni, Gina, Chris e Norma; e para Jack Hughes, que enriqueceu nossas vidas. Pelos vinte anos de amizade e alegria, por mais sem graça que possam ter sido”.
- Robert Crais, em “Refém”.

Ok, eu estava mantendo um discurso de me controlar nas compras e pisar firme no freio enquanto não ler boa parte do que tenho aqui em casa, esperando há um bom tempo pra ser lido. Mas me vem a Americanas e faz um mega saldão com milhares de livros por R$4,90 cada. Sério, por 4,90 é sacanagem.
Como sempre só fiquei sabendo muito tarde – na verdade quando vi vídeos de pessoas que já haviam recebidos suas compras – então muita coisa boa já estava esgotada, mas mesmo assim fique extremamente satisfeito com minhas compras: autores que adorei ter lido, outros que sempre quis ler. A imagem está escura, mas é só para ilustrar. De cima pra baixo, são os seguintes:

Fazem três meses que ando em falta e não mostro por aqui o que tenho recebido/comprado, tenho que encontrar uma forma de me organizar melhor quanto à isso, mas esta é uma promessa antiga já. Como não faz sentido mostrar o que ficou lá pra trás, venho trazer as últimas novidades que vieram somar à minha já enorme fila de leitura, frutos de uma descontrolada básica durante minhas férias, mas queria muito lê-los já há um bom tempo, então valeu a pena.
Pois é, às vezes nem é preciso colocar a mão no bolso pra conseguir alguns livros, rs. Em Agosto ganhei um bom número de livros, tanto que pouco comprei, o que é um alívio pra quem anda com a conta bancária meio que combalida.
De cima pra baixo, foram os seguintes:
Sinopse: Primeiro volume da saga do faraó Ramsés, que já vendeu mais de onze milhões de exemplares em 29 países de todo o mundo. Ícone do Egito antigo, que reinou durante 67 anos, e cujos feitos estão entalhados em esculturas nos templos egípcios, Ramsés é um adolescente de 14 anos que acalenta o sonho secreto de suceder seu pai, o faraó Sethi, no trono do Egito. Mas o herdeiro natural é Chenar, o filho primogênito. quando Sethi resolve iniciar Ramsés à sagrada e nobre função, as intrigas, provações e armadilhas mortais se multiplicam, entre elas a cobiça e inveja do seu irmão mais velho. Toda a trajetória de lutas, poder e consagração do novo Faraó está presente nos cinco volumes da renomada série.
Ler Ramsés era um desejo antigo, desde os tempos de escola. Sempre tive curiosidade acerca da cultura egípcia, seus mitos e lendas, e a vida que levavam em um ambiente abençoado pelas aguas do Nilo, rio que me fascinou desde a leitura de “Cinco Semanas num Balão”. O interessante é que, mesmo antes de se começar a ler Ramsés, se sabe o final do livro: é claro que ele será coroado faraó, e não seu irmão, Chenar, ficando então nas mãos de Christian Jacq a responsabilidade de tornar intrigante um livro do qual todos já sabemos o que acontece.
L.J. Smith é bastante conhecida por ser a autora da famosa série Diários do Vampiro – que tem tantos livros que me perdi tentando entender a cronologia – , uma série de tevê com duas temporadas e uma nova leva de livros saindo do forno, que aproxima-se mais do que pode ser visto pela televisão. Nunca vi um minuto sequer de Diários do Vampiro na tevê, tampouco li uma linha dos livros. Assim, este Vampiro Secreto: Mundo das Sombras Vol. 01: foi o primeiro livro da autora que tive em mãos.
O livro conta a história de Poppy – ou começa a contá-la – uma garota de dezesseis anos, que mora com a mãe, o padrasto, e um irmão gêmeo, Phil, que é seu oposto e os dois não se entendem; que descobre que está muito doente e morrerá logo. Mas, não por acaso, ela também tem um grande amigo, James, que às vezes parece esconder um segredo, e não precisa ser nenhum Sherlock para descobrir o que ele tem de misterioso, e é através deste mistério que ele oferece a ela uma alternativa. Não dá para falar mais sem estragar algumas coisas, apesar de o título, por si só, ser bastante sugestivo.
Se em O Misterioso Caso de Styles, primeiro livro publicado por Agatha Christie, somo apresentados a seu principal personagem, o detetive belga Hercule Poirot, em O Inimigo Secreto, segundo livro da autora, publicado originalmente em 1922, temos como protagonistas a dupla Tuppence Crowley – sim, ela ainda é uma Crowley aqui – e Tommy Beresford, dois dos mais queridos personagens criados pela Rainha do Crime.
A dupla de jovens aventureiros, como se denominam, se veem investigando um estranho caso depois que inumeráveis coincidências acontecem em estranha sucessão, jogando-os no meio de um turbilhão inimaginável. Enquanto jantavam e conversavam animadamente, os velhos amigos Tommy e Tuppence reclamam da vida morosa do pós guerra, e em como desejariam fazer algo para mudar a situação. Quando voltava para sua pensão, Tuppence é abordada por um estranho, que lhe oferece uma oportunidade de viver uma aventura, no entanto, um nome que a moça usa, despretensiosamente, como sendo seu, Janne Finn, muda o rumo da conversa, deixando o desconhecido apreensivo.
Colin Cosmo foi o primeiro livro que resenhei em um blog, e isso foi no distante ano de 2008. Lá se vão quase 3 anos, mas, não mudaria tanto de ideia. Sabe que ate gostei da forma como escrevia na época? Na verdade nem acho que ela tenha mudado tanto. Bom, naquele 15 de dezembro eu comecei escrevendo assim: Ontem terminei de ler Colin Cosmo e os Supernaturalistas, (The Supernaturalist), do Eoin Colfer. Sei que é um livro infanto-juvenil, mas era exatamente disso que estava precisando, de um livro descompromissado e fácil de ler, que não me fizesse pensar muito.
No livro, escrito pelo mesmo autor da famosa série Artemis Fowl, Colin Cosmo é um sem patrocínio que vive num orfanato numa megalópole controlada por um satélite chamado Myishi 9. Quase tudo o que as pessoas utilizam é controlado por este satélite. Na condição de um sem patrocínio, Colin Cosmo (sobrenome ganho por ter sido encontrado na Colina do Cosmonauta - pelo jeito, desde a época de Charles Dickens que os orfanatos não têm muita imaginação para dar um sobrenome aos internos) é obrigado a viver no Instituto Clarissa Frayne, onde outros sem patrocínio como ele vivem num ambiente degradante, uma vez que são utilizados como cobaias em inúmeras experiências que, no fim das contas, financiam o instituto.
Desde que Sócios no Crime, de Agatha Christie, veio parar nas minhas mãos me tornei um ávido leitor de romance policial. Daquele tempo para cá passei por Georges Simenon, Leonardo Padura Fuentes, Raymond Chandler, Dashiel Hammet, Sir Arthur Conan Doyle, Edgar Allan Poe, dentre outros, cada qual me proporcionando ótimas experiências à sua maneira (ou estilo).
Felizmente posso dizer que Tela Escura foi uma grata surpresa. Ele foi um dos meus presentes de fim de ano, porém adiei um pouco a sua leitura, em parte por nunca ter ouvido falar de Davide Ferrario antes, e, em parte maior ainda, por achar que a frase do Corriere Della Serra: "Raymond Chandler à italiana", como está estampado na capa, era um tanto quanto pretensiosa.
O Misterioso Caso de Styles trás a Rainha do Crime em seus primórdios. Primeiro livro escrito pela autora, publicado em 1920, quatro anos após ela tê-lo concluído, nele somos apresentados àquele que viria a ser seu maior personagem, Hercule Poirot, investigando a estranha morte de uma rica senhora, aparentemente por envenenamento. Arthur Hastings, que estava hospedado na mansão Styles para se recuperar de uma enfermidade a convite do enteado da vítima, John Cavendish, é o narrador da história, contando-a com o intuito de elucidar os fatos e saciar a gana por boatos que normalmente tem a opinião pública.