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26 de janeiro de 2015

1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer, de Tony Mott [Resenha #202]

1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer


Sinopse: “1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer” é o primeiro e mais completo guia já publicado dos melhores jogos. Organizado cronologicamente e com games para diversas plataformas (PC, Xbox, PlayStation, etc.), este livro apresenta antigos clássicos e novos favoritos, games que rapidamente se consagraram junto aos usuários e à crítica especializada. Cada resenha traz detalhes sobre a data original de lançamento e as plataformas em que o game está disponível. Textos informativos escritos por uma equipe internacional de jornalistas, designers e críticos do setor explicam o funcionamento de cada jogo e suas qualidades gráficas, além da contribuição para seus respectivos gêneros.


Em se tratando de videogames – e, quem eu quero enganar?, de uma porção de outras coisas – sou macaco velho. Há quem diga que é coisa de criança, que não dá futuro, que molda malignamente nosso cérebro e nos faz agressivos e anti-sociais e que tem tantas coisas mais úteis em que investir nosso tempo mas, quer saber, nenhuma dessas pessoas anda pagando minhas contas!, então, eu jogo mesmo.

28 de outubro de 2014

Ratos e Homens, de John Steinbeck [ #SawyerRC ] [Resenha #193]

Ratos e Homens - Texto


Sinopse: George e Lennie são dois amigos bem diferentes entre si. George é baixo e franzino, porém astuto, e Lennie é grandalhão, uma verdadeira fortaleza humana, mas com a inteligência de uma criança. Só o que os une é a amizade e a posição de marginalizados pelo sistema, o fato de serem homens sem nada na vida, sequer família, que trabalham fazendo bicos em fazendas da Califórnia durante a recessão econômica americana da década de 30. Ganham pouco mais do que comida e moradia. No caminho, encontram outros sujeitos pobres e explorados, mas também situações que colocam em risco a sua miserável e humilde existência. Em Ratos e homens, Steinbeck levou à maestria sua capacidade de compor personagens tão cativantes quanto realistas e de, ao contar uma história específica, falar de sentimentos comuns a todos seres humanos, como a solidão e a ânsia por uma vida digna.


Já fazem uns bons anos desde que tive minha primeira experiência com Steinbeck. Estava no colegial e o senso apurado da bibliotecária da escola, na época, me guiava com precisão na descoberta de novos autores. Mais ou menos na mesma época ela me apresentou Hemingway, Allende e Bronte – a Charlotte.

Oscar