
Vi essa TAG no A Magia Real, da Elis, e achei a proposta interessante. Ela pede que se liste livros em “categorias” opostas, e, se possível, que se fale um pouco sobre as escolhas feitas. Os meus foram os seguintes:

Vi essa TAG no A Magia Real, da Elis, e achei a proposta interessante. Ela pede que se liste livros em “categorias” opostas, e, se possível, que se fale um pouco sobre as escolhas feitas. Os meus foram os seguintes:

Na segunda-feira publiquei a última resenha do ano aqui no blog, do excelente “Na Linha de Frente”, do Lawrence Block. Sendo assim, senti que já era tempo de publicar minha lista com as melhores leituras do segundo semestre – e também por achar mito difícil que consiga ler algo mais este ano: minha casa está em reformas, a chuva não colabora e devo ficar atarefado até os quarenta e cinco do segundo tempo.
O segundo semestre foi um tanto mais corrido que o primeiro, li bons livros mas as coisas não renderam tanto quanto eu gostaria, preciso me organizar em alguns aspectos para que consiga produzir mais – sem perder qualidade ou fazer tudo parecer uma obrigação – mas já tenho algumas ideias interessantes para o blog.

Sinopse: George e Lennie são dois amigos bem diferentes entre si. George é baixo e franzino, porém astuto, e Lennie é grandalhão, uma verdadeira fortaleza humana, mas com a inteligência de uma criança. Só o que os une é a amizade e a posição de marginalizados pelo sistema, o fato de serem homens sem nada na vida, sequer família, que trabalham fazendo bicos em fazendas da Califórnia durante a recessão econômica americana da década de 30. Ganham pouco mais do que comida e moradia. No caminho, encontram outros sujeitos pobres e explorados, mas também situações que colocam em risco a sua miserável e humilde existência. Em Ratos e homens, Steinbeck levou à maestria sua capacidade de compor personagens tão cativantes quanto realistas e de, ao contar uma história específica, falar de sentimentos comuns a todos seres humanos, como a solidão e a ânsia por uma vida digna.
Já fazem uns bons anos desde que tive minha primeira experiência com Steinbeck. Estava no colegial e o senso apurado da bibliotecária da escola, na época, me guiava com precisão na descoberta de novos autores. Mais ou menos na mesma época ela me apresentou Hemingway, Allende e Bronte – a Charlotte.