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13 de maio de 2015

Livros Opostos [TAG]

Livros Opostos

Vi essa TAG no A Magia Real, da Elis, e achei a proposta interessante. Ela pede que se liste livros em “categorias” opostas, e, se possível, que se fale um pouco sobre as escolhas feitas. Os meus foram os seguintes:

16 de dezembro de 2013

Top 10 Livros do Segundo Semestre de 2013

TOP10 20132

Fim do ano chegando, tempo de compilar listas dos melhores – eu gosto, muito, de listas, e muito da minha organização no dia-a-dia depende delas. Para não fugir à regra que iniciei este ano, trago agora a lista de minhas dez melhores leituras do segundo semestre, que vem complementar lista semelhante com os melhores do primeiro semestre – e que foi, segundo o Analytics, o post mais lido do blog este ano, obrigado a todos os que leram! – e que de certa forma servirá como base para a elaboração da lista dos melhores do ano, que será publicada na primeira semana de janeiro.

Fica então combinado o seguinte: levarei em consideração minhas leituras de julho até quinze de dezembro, o que englobará o livro “Almanova”, cuja resenha sai ainda esta semana.

Em ordem alfabética, minhas dez melhores leituras do segundo semestre foram:

28 de outubro de 2013

Adeus à Inocência, de Drusilla Campbell [Resenha #149]

Adeus à Inocência

 

 

 

Sinopse: Madora tinha 17 anos quando Willis a “resgatou”. Distante da família e dos amigos, eles fugiram juntos e, por cinco anos, viveram sozinhos, em quase total isolamento, no meio do deserto da Califórnia. Até que ele sequestrou e aprisionou uma adolescente, não muito diferente do que Madora mesmo era, há alguns anos... Então, quando todas as crenças e esperanças de Madora pareciam sem sentido — e o pavor de estar vivendo ao lado de um maníaco começava a fazê-la acordar —, Django, um garoto solitário, que não tinha mais nada a perder depois da morte trágica de seus pais, entrou em sua vida para trazê-la de volta à realidade. Quem sabe, juntos, Django, Madora e seu cachorro Foo consigam vislumbrar alguma cor por trás do vasto deserto que ajudou a apagar suas vidas?

Ok. Senta aí que lá vem livro bom.

Puxando pela memória não consegui recordar nenhum momento marcante que passei lendo livros onde o ambiente fosse seco e árido, e que a narrativa do autor me passasse as impressões que, imaginamos, advém do clima: de garganta dolorida, falta de ar, e atrito de grãos de areia nos dentes. Tudo bem, muitos dos títulos do noir, que se passam em Los Angeles, trazem as altas temperaturas dos dias e a promessa de clima ameno com o fim da tarde, mas o espaço geográfico retratado é, predominantemente, a cidade, com foco nela e seus habitantes, e quase tudo fica melhor após uma caneca de cerveja.

Oscar