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16 de dezembro de 2013

Top 10 Livros do Segundo Semestre de 2013

TOP10 20132

Fim do ano chegando, tempo de compilar listas dos melhores – eu gosto, muito, de listas, e muito da minha organização no dia-a-dia depende delas. Para não fugir à regra que iniciei este ano, trago agora a lista de minhas dez melhores leituras do segundo semestre, que vem complementar lista semelhante com os melhores do primeiro semestre – e que foi, segundo o Analytics, o post mais lido do blog este ano, obrigado a todos os que leram! – e que de certa forma servirá como base para a elaboração da lista dos melhores do ano, que será publicada na primeira semana de janeiro.

Fica então combinado o seguinte: levarei em consideração minhas leituras de julho até quinze de dezembro, o que englobará o livro “Almanova”, cuja resenha sai ainda esta semana.

Em ordem alfabética, minhas dez melhores leituras do segundo semestre foram:

29 de novembro de 2013

D.D. Warren de volta! – Correio #21

Correio

 

Tive uma excelente experiência com Lisa Gardner ao ler “Viva Para Contar”. Na resenha, me lastimava por ter demorado tanto para pegar o livro e lê-lo, pois tinha encontrado ali uma personagem digna de nota em meio à enxurrada de tipos que vemos na literatura policial. E, como todo bom idiota, deixei-a esperando mais uma vez, então agora tenho dois livros com a personagem para ler – o que não é nada ruim, este fim de ano será animado!

Mas não foi apenas isso que recebi da Editora Novo Conceito. Como mostra a foto, também vieram, de cima para baixo:

5 de agosto de 2013

Rin Tin Tin – A Vida e a Lenda, de Susan Orlean [Resenha #138]

Rin Tin TinSinopse: Ele achava que o cão era imortal. Assim começa a vasta, poderosa e comovente narrativa de Susan Orlean sobre a jornada de Rin Tin Tin – de sobrevivente órfão a astro do cinema e ícone internacional do showbiz. Suzan, redatora da New Yorker chamada de “patrimônio nacional” pelo Washington Post, passou cerca de dez anos pesquisando e escrevendo sua mais cativante obra: a história de um cão que nasceu em 1918 e nunca morreu. A narrativa começa num campo de batalha francês da Primeira Guerra Mundial, quando Lee Duncan, um jovem soldado americano, descobre um sobrevivente: um pastor-alemão recém-nascido nas ruínas de um canil bombardeado. Para Duncan, que passou parte da infância num orfanato, a sobrevivência do cão fora um milagre. Havia algo em Rin Tin Tin que o compelia a compartilhá-lo com o mundo. Duncan o levou, então, para a Califórnia, onde suas aptidões físicas e a capacidade de representar chamaram a atenção da Warner Bros. Durante os dez anos seguintes, Rinty estrelou 23 sucessos do cinema mudo que salvaram o estúdio da falência e fizeram dele o cão mais famoso de todos os tempos. No auge da popularidade, Rin Tin Tin foi o campeão de bilheteria de Hollywood. Ao longo das décadas seguintes, Rinty e seus descendentes fizeram a conturbada jornada do cinema mudo ao falado, do preto e branco à cor, do rádio à televisão, culminando no seriado de TV As Aventuras de Rin-Tin-Tin, um dos mais populares programas da época do baby boom. O legado do cão herói foi consolidado por Duncan e alguns outros – como Bert Leonard, o produtor do seriado da TV, e Daphne Hereford, a proprietária do atual Rin Tin Tin –, que dedicaram a vida para assegurar a imortalidade da lenda. Na essência de Rin Tin Tin – a Vida e a Lenda há um tocante estudo do duradouro vínculo entre os humanos e os animais.

Rin Tin Tin se tornou, com o tempo, o tipo de marca que com a simples menção ao nome logo identificamos a que se referem: o famoso cão do cinema. Mesmo à distância de muitos anos de seu último sucesso estrondoso como em suas primeiras aparições, e sofrendo com a concorrência de novos ídolos animais, Rinty é uma marca que persiste, fazendo parte da memória coletiva que compartilhamos como sociedade.

Oscar