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8 de setembro de 2015

172 Horas na Lua, de Johan Harstad [Resenha #233]

172 Horas Na Lua


Sinopse: O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez. Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 - um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.

Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviando mais ninguém à Lua.

Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer...

Prepara-se para a contagem regressiva.


Que sou fã de ficção científica quem acompanha o blog há algum tempo sabe, então foi com muitos bons olhos que vi o lançamento de 172 Horas na Lua, do autor Johan Harstad.

10 de agosto de 2015

Soldier: Leal Até o Fim, de Sam Angus [Resenha #231]

Soldier


Sinopse: Quando Tom Ryder é convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial, não imagina o quanto o seu irmão mais novo, Stanley, sentirá sua falta. A única alegria do garoto são os filhotes de Rocket, a cadela premiada que é o orgulho da família. Porém, ao descobrir que Rocket teve filhotes mestiços, o pai de Stanley fica furioso e ameaça afogar os cãezinhos.

Inconformado e desejando reencontrar Tom, Stanley foge de casa. Mentindo a idade, consegue se alistar no exército britânico. Somente o amor incondicional pelos animais será capaz de fazê-lo sobreviver à brutalidade e à frieza dos campos de batalha. Uma prova de que a inocência e a sensibilidade podem ser mais poderosas do que a guerra.

SOLDIER: Leal até o fim é um livro emocionante e intenso, recomendado para leitores de todas as idades, especialmente para os apaixonados por cães.


Meu interesse em ler “Soldier” surgiu principalmente por ter gostado muito do “Rin Tin Tin”, e, claro, por o livro se passar no período da Primeira Guerra Mundial. Gosto muito dos relatos deste período e, salvo engano, ainda não havia lido um livro onde a relação homem-animal fosse o foco principal da narrativa.

25 de maio de 2015

Reboot – Reboot #1, de Amy Tintera [Resenha #219]

Reboot


Sinopse: Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. E esse foi o destino de Wren Connolly, conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, Wren pode escolher quem treinar, e sempre opta pelos Reboots de número mais alto, que têm maior potencial. No entanto, quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama sua atenção, e, a partir do momento que a convivência com o novato faz com que ela comece a questionar a própria vida, a realidade dos reinicializados começa a mudar.


Reboot caiu nas minhas mãos por acaso, mas veio com uma boa indicação e a promessa de ser apenas uma duologia e uma boa estreia da autora, Amy Tintera, no gênero. Resolvi ler, mas o começo foi um tanto complicado.

6 de abril de 2015

A Mais Pura Verdade, de Dan Gemeinhart [Resenha #212] + Promoção

A Mais Pura Verdade


Sinopse: Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha. Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças. Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram. Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça.

A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.


Tentei ler ao “A Mais Pura Verdade” sem muitas expectativas, mas não acho que tenha conseguido. O livro vem sendo muito comentado e, como acontece com os sick-lit, carregam consigo uma carga emocional que pode despertar sentimentos ambíguos nos leitores. Ainda estava ansioso quando comecei a leitura, e a sensação de que algo muito ruim acabaria acontecendo foi me acompanhando por toda ela.

16 de março de 2015

Os Filhos de Odin, de Padraic Colum [Resenha #209]

Os Filhos de Odin


Sinopse: Antes de o tempo como nós o conhecemos começar, deuses e deusas viveram na cidade de Asgard, que significa Local dos Deuses. Uma era de mágica, quando seres míticos podiam usar seus poderes e definir os caminhos do futuro, e proteger o mundo. Entre as cruzadas de Odin para encontrar a sabedoria necessária para salvar o mundo, os feitos incríveis de Thor e seu martelo e as travessuras de Loki, o agente do bem e do mal, Padraic Colum reconta as sagas nórdicas revelando o tempo em que a magia, os poderes e as maravilhas fantásticas corriam pelo universo. Em Os filhos de Odin, descubra a origem das histórias de Odin, Thor e Loki, onde Asgard foi construída e o que estava escondido durante o Ragnarök, o Crepúsculo dos Deuses. As histórias que encantam a todos nós nos cinemas possuem um enredo ainda mais fascinante do que você imagina! Leia as maiores aventuras dos deuses nórdicos! A origem daqueles que ainda hoje nos surpreendem com sua força e seu poder!


Graças à Marvel e suas franquias de filmes, a mitologia nórdica está novamente a todo vapor. Citando uma referência um tanto menos conhecida, a extremamente bela série “Vikings” também trouxe o assunto novamente à tona, e este livro é uma bela oportunidade de se conhecer mais detalhes sobre personagens que ou são protagonistas destas histórias, ou influenciam de perto a vida deles.

29 de setembro de 2014

Tsumitsuki – Espírito da Culpa, de Hiro Kiyohara [Resenha #189]

Tsumitsuki


Sinopse: Takada Chinatsu se mudou para uma cidade onde tem uma lenda sobre demônios chamados tsumitsuki, que possuem os sentimentos de culpa que uma pessoa tem em seus pecados. Aqueles que foram possuídos tem os seus corpos e mentes devorados na medida que os demônios se manifestam. Uma das amigas de Takada começa a agir de forma estranha e um colega de classe, Kuroe, aparece para ajudar, mas os seus verdadeiros motivos estão escondidos atrás de uma mascara.


Apesar de gostar muito de mangás, não tenho tido muita paciência para seguir séries muito longas, com mais de dez volumes. Isso demanda tempo e recursos financeiros que não possuo, além da dificuldade de se ter acesso aos títulos aqui no interior de São Paulo. Por isso sempre acompanho com atenção o lançamentos de volumes únicos, eles são uma boa oportunidade de se conhecer novos mangakás e, também, usufruir de um produto diferenciado, que, por ser mais curto, vai direto ao ponto.

21 de abril de 2014

O Menino dos Fantoches de Varsóvia, de Eva Weaver [Resenha #168]

O Menino dos Fantoches de Varsóvia - tEXTO


Sinopse: Mesmo diante de uma vida extremamente difícil, há esperança. E às vezes essa esperança vem na forma de um garotinho, armado com uma trupe de marionetes – um príncipe, uma menina, um bobo da corte, um crocodilo... O avô de Mika morreu no gueto de Varsóvia, e o menino herdou não apenas o seu grande casaco, mas também um tesouro cheio de segredos. Em um bolso meio escondido, ele encontra uma cabeça de papel machê, um retalho... o príncipe. E um teatro de marionetes seria uma maneira incrível de alegrar o primo que acabou de perder o pai, o menininho que está doente, os vizinhos que moram em um quartinho apertado. Logo o gueto inteiro só fala do mestre das marionetes – até chegar o dia em que Mika é parado por um oficial alemão e empurrado para uma vida obscura. Esta é uma história sobre sobrevivência. Uma jornada épica, que atravessa continentes e gerações, de Varsóvia à Sibéria, e duas vidas que se entrelaçam em meio ao caos da guerra. Porque mesmo em tempo de guerra existe esperança.


Existe um tema sobre o qual leio tudo quanto me chegue em mãos, e que sempre rende assunto para livros diversos: a Segunda Guerra Mundial. O que aconteceu nela foi algo tão amplo, inacreditável, monstruoso e confuso que desperta em mim uma curiosidade que acho difícil será desfeita. Vez ou outra me pego pensando no ocorrido – e no pouco que sei, dadas as dimensões continentais do conflito, e isso tanto territoriais quanto ideológicas – e questiono as razões que levaram um país inteiro a embarcar em semelhante projeto. Mas vamos ao livro.

7 de abril de 2014

Manuscritos do Mar Morto – Leo Tillman & Heather Livro 01, de Adam Blake [Resenha #166]

Manuscritos do Mar Morto - Texto


Sinopse: A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.


A primeira coisa que chama a atenção em “Manuscritos do Mar Morto” é o fato de o relacionarem com “O Código Da Vinci”, do Dan Brown. Eu devorei o “Código” quando o li, e por mais mirabolante que possa ser o tema central da narrativa, eu gostei, me manteve preso o tempo todo. Do autor li somente mais um livro, o “Fortaleza Digital”, que deu pro gasto, não se compara ao Código mas também não faz feio. Então fazia muito tempo que não lia algo do tipo – excetuando a série “Operação Cavalo de Troia”, que estou relendo aos poucos os primeiros volumes – e queria mais uma vez ter em mãos uma narrativa que coloca em xeque, como bom garoto educado sob preceitos católicos, minha boa vontade para algumas “heresias”. E eu tendo a sempre me surpreender com o quanto sou flexível e tolerantes com elas.

31 de março de 2014

O Começo de Tudo, de Robyn Schneider [Resenha #165]

O Começo de Tudo1 - Texto


Sinopse:  O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social.

Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz.

Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios?

O Começo de Tudo é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.


Livros com temática colegial. De certa maneira a gente já imagina como as coisas vão se desenrolar, e, salvo pequenas alterações e surtos de criatividade, o enredo girará em torno da queda de popularidade do garoto ou da garota mais popular da escola, que cai de amores por alguém “fora da esfera a qual pertence”, e este amor seguirá o rumo de uma montanha russa: algo dá errado, se conhecem e as coisas começam a dar certo, algo de muito ruim e que o autor manterá em segredo acontece, e o leitor fica em suspenso ansiando que se acertem até o final do livro. Pensando assim, já nesse sentido figurado, a capa do livro faz todo o sentido, mas ela ainda tem uma razão ainda maior de ser, literalmente,

É mais ou menos isso. Mas pra quê então a gente lê? É bom pra desestressar.

19 de junho de 2013

A Peculiar Tristeza Guardada num Bolo de Limão [Resenha #132]

A Peculiar Tristeza Guardada num Bolo de Limão

 

 

 

 

Sinopse: O que você faria se pudesse sentir o gosto das emoções? Rose Edelstein é uma menina que descobriu ter um talento incomum: ela sente o sabor das emoções das pessoas que preparam aquilo que come. E tudo começou semanas antes de seu aniversário quando, depois de uma briga com seu pai, sua mãe resolveu fazer um delicioso bolo de limão. Imagine o que você faria se seu paladar pudesse decifrar o gosto das emoções? É com isso que Rose tem de conviver daqui para frente. Com apenas nove anos, a curiosa menina sabe o que cada um sente secretamente e percebe que nunca mais comerá seus pratos preferidos do mesmo jeito. E o que ela pode fazer para lidar com isso?

Rose tem nove anos e descobre que pode sentir as emoções das pessoas apenas provando qualquer tipo de alimento que elas tenham preparado. Como se não fosse o suficiente, ela vive em uma família americana padrão, se pensarmos naquelas baseadas em estereótipos: seu irmão mais velho a ignora solenemente; seu pai se mata de trabalhar para prover a família com tudo de que ela precise, mas não se envolve na dinâmica doméstica; que é capitaneada por sua mãe, que tem um caso com seu chefe.

10 de junho de 2013

Bruxos e Bruxas [Resenha #131]

Bruxos e Bruxas

 

 

 

Sinopse: No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós.

Lá no fundo, James Patterson sempre foi um autor que me deixou curioso para ler algo seu: vende muito, produz muito, e normalmente seus livros são bem avaliados por seus leitores. Isso sem contar o investimento de peso que foi feito em seu nome aqui no Brasil, por parte da editora que o popularizou por aqui, que me fez sonhar com um tratamento igual para Robert Crais, que ainda não aconteceu…

5 de junho de 2013

Não Posso Me Apaixonar [Resenha #130]

Não Posso Me ApaixonarSinopse: Gabe Sullivan é um bombeiro de São Francisco que arrisca sua vida todos os dias. E sabe, por experiência própria, que não deve se envolver com as vítimas de incêndios. Megan Harris admite que deve tudo ao heroico bombeiro que entrou no prédio em chamas para salvar sua filha de sete anos. Ela lhe deve tudo, exceto seu coração, pois, após perder o marido, cinco anos antes, jurara nunca mais sofrer por amor e pela perda.

Contudo, quando Gabe e Megan se reencontram e as chamas incontroláveis do desejo se acendem, como ele poderia ignorar a coragem, a determinação e a beleza dela? E como ela poderia negar não apenas o forte vínculo de Gabe com sua filha, mas também a maneira como seus beijos carinhosamente sensuais a induziam a colocar em risco tudo o que manteve por tanto tempo?

A atração entre Gabe e Megan é irresistível, e se ambos não forem cuidadosos, correm o risco de se apaixonar.

Primeiro de tudo, tranquem portas e janelas, e, se não estiverem em casa, é bom que tenham se lembrado do guarda-chuva. Pois, sim, tem resenha no blog!, depois de muito tempo finalizei uma leitura, então vamos lá.

Esta foi minha terceira experiência com Bella Andre, e continuo gostando dela como autora, contando as aventuras sexuais dos irmãos Sullivans. Em minha última resenha de um livro da série, lá no distante fevereiro, quando falei sobre “Por Um Momento Apenas”, questionava se a autora conseguiria imprimir fôlego à série, que terá oito livros – mais um que a autora anunciou estar escrevendo durante hangout promovido pela editora e que, todos os fãs aplaudem enlouquecidos, contará a história de amor entre mamãe e papai Sullivan! – e acredito que,de certa forma, ela o conseguiu neste livro.

Oscar