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17 de dezembro de 2014

Os Melhores Livros do Segundo Semestre de 2014

Os Melhores Segundo Semestre 2014

Na segunda-feira publiquei a última resenha do ano aqui no blog, do excelente “Na Linha de Frente”, do Lawrence Block. Sendo assim, senti que já era tempo de publicar minha lista com as melhores leituras do segundo semestre – e também por achar mito difícil que consiga ler algo mais este ano: minha casa está em reformas, a chuva não colabora e devo ficar atarefado até os quarenta e cinco do segundo tempo.

O segundo semestre foi um tanto mais corrido que o primeiro, li bons livros mas as coisas não renderam tanto quanto eu gostaria, preciso me organizar em alguns aspectos para que consiga produzir mais – sem perder qualidade ou fazer tudo parecer uma obrigação – mas já tenho algumas ideias interessantes para o blog.

28 de outubro de 2014

Ratos e Homens, de John Steinbeck [ #SawyerRC ] [Resenha #193]

Ratos e Homens - Texto


Sinopse: George e Lennie são dois amigos bem diferentes entre si. George é baixo e franzino, porém astuto, e Lennie é grandalhão, uma verdadeira fortaleza humana, mas com a inteligência de uma criança. Só o que os une é a amizade e a posição de marginalizados pelo sistema, o fato de serem homens sem nada na vida, sequer família, que trabalham fazendo bicos em fazendas da Califórnia durante a recessão econômica americana da década de 30. Ganham pouco mais do que comida e moradia. No caminho, encontram outros sujeitos pobres e explorados, mas também situações que colocam em risco a sua miserável e humilde existência. Em Ratos e homens, Steinbeck levou à maestria sua capacidade de compor personagens tão cativantes quanto realistas e de, ao contar uma história específica, falar de sentimentos comuns a todos seres humanos, como a solidão e a ânsia por uma vida digna.


Já fazem uns bons anos desde que tive minha primeira experiência com Steinbeck. Estava no colegial e o senso apurado da bibliotecária da escola, na época, me guiava com precisão na descoberta de novos autores. Mais ou menos na mesma época ela me apresentou Hemingway, Allende e Bronte – a Charlotte.

12 de setembro de 2014

Correio #25 – Vai um mangá aí?

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Quem mora fora do eixo Rio-SP sofre para acompanhar mangás. Aqui, no interior de São Paulo, por exemplo, a maioria dos títulos são de distribuição setorizada, ou seja, rodam primeiro as capitais, e só depois chegam aqui. Além do tempo maior de espera para se ter o produto em mãos, muitas das vezes eles chegam em um estado lamentável, já que nem todos os títulos são plastificados ao sair da gráfica.

9 de setembro de 2014

Morte Na Praia, de Agatha Christie [ #SawyerRC ] [Resenha #187]

Morte na Praia Texto


Sinopse: Arlena Stuart adorava o sol, e era frequente ver seu lindo corpo bronzeado estendido na praia, o rosto pousado na areia. Só que desta vez não havia sol... ela tinha sido estrangulada. Desde a chegada de Arlena, Poirot tinha percebido algo diferente entre os veranistas, uma tensão sexual pairando no ar. Poderia um crime aparentemente passional ter sido ao mesmo tempo uma ação premeditada, muito mais perversa? Os álibis parecem perfeitos neste empolgante mistério à beira-mar.


Agatha Christie foi, talvez, minha primeira paixão literária, a primeira autora que busquei ler tudo o que encontrava disponível, e que, invariavelmente, acabava me agradando em tudo aquilo que lia – em diferentes graus, claro, mas sempre com bom índice de satisfação.

17 de julho de 2014

Correio #23

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Uma das minhas metas mais adiadas para com este blog é ter alguma regularidade de postagem deste marcador, o “Correio”, onde, claro, sempre mostro o que recebi ou comprei. Algumas vezes me passa batido mesmo e quando me dou conta já faz muito tempo e não faz mais sentido postar sobre. Mas eu sigo tentando, assim como quero – atendendo a pedidos via o censo do blog (se você respondeu, muito obrigado!) – implementar a segunda resenha na semana, e já fiz um teste na semana passada. Acho que funciona, mais vai depender mais do meu ritmo de leitura que de qualquer outra coisa, vou me esforçar para que dê certo.

Mas, voltando ao assunto do post, os últimos livros que recebi e comprei foram os seguintes – e se você me segue no Instagram você já os viu por lá:

30 de junho de 2014

Os Melhores Livros do Primeiro Semestre de 2014

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Eu insisto em me assustar com a velocidade com que o tempo tem passado. Lá se foi o primeiro semestre do ano. Simples assim. 2014 tem se mostrado um ano desafiador para mim. Não consegui implementar ainda tudo o que queria no blog, mas estou caminhando para. É a vida.

17 de fevereiro de 2014

Misto-Quente, de Charles Bukowski [Resenha #160]

MistoQuente - Texto


Sinopse:  O que pode ser pior do que crescer nos Estados Unidos da recessão pós-1929? Ser pobre, de origem alemã, ter muitas espinhas, um pai autoritário beirando a psicopatia, uma mãe passiva e ignorante, nenhuma namorada e, pela frente, apenas a perspectiva de servir de mão-de-obra barata em um mundo cada vez menos propício às pessoas sensíveis e problemáticas. Esta é a história de Henry Chinaski, o protagonista deste romance que é sem dúvida uma das obras mais comoventes e mais lidas de Charles Bukowski (1920-1994).

Verdadeiro romance de formação com toques autobiográficos, Misto-quente (publicado originalmente em 1982) cativa o leitor pela sinceridade e aparente simplicidade com que a história é contada. Estão presentes a ânsia pela dignidade, a busca vã pela verdade e pela liberdade, trabalhadas de tal forma que fazem deste livro um dos melhores romances norte-americanos da segunda metade do século 20. Apesar de ser o quarto romance dos seis que o autor escreveu e de ter sido lançado quando ele já contava mais de sessenta anos, Misto-quente ilumina toda a obra de Bukowski. Pode-se dizer: quem não leu Misto-quente, não leu Bukowski.


Pecando pela generalização, ouso dizer que todo leitor deveria ter um Bukowski na estante. E, caso pudesse ter apenas um dele, que fosse o “Misto-Quente”. Já gostava muito do autor em “Hollywood”, primeiro livro dele que li, e “Pulp”, mas aqui ele atinge um outro patamar.

3 de junho de 2013

Sorteio Surpresa: Cat-us [Com Update]

As coisas estão estranhas neste blog, mas tendem à normalidade.

Muita coisa ficou acumulada nas duas últimas semanas: leituras, resultados de promoções, visitas aos melhores blogs do mundo, e outros posts que quero trazer pra cá. Isso se deve ao fato de que, às vésperas de entrar em férias – merecidas, ansiadas e já se mostram curtas, acreditem! – tive que adiantar algumas coisas para deixar o trabalho em ordem e funcionando durante o tempo que ficarei ausente. O stress e nervosismo advindos disso resultaram em algo que já me aconteceu antes: uma estranha reação alérgica, nos olhos! Não me sobrou tempo pra muita coisa, e peço desculpas, mas se há algo de bom nisso é que voltei a repensar o blog, questioná-lo, acho que disso surgirão respostas que serão importantes para definir seu futuro.

8 de março de 2013

Pulp [Resenha #112]

PulpSinopse: Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos. Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia até ser igual a de tantos outros detetives de segunda categoria que perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. Mas aqui, mulheres inacreditáveis cruzam pernas compridas e falam aos sussurros, principalmente uma que atende pelo nome de Dona Morte. Como nos velhos livros policiais de papel vagabundo, subliteratura pura, a quem Charles Bukowski dedica solenemente Pulp. Ele desafia sua história com habilidade de mestre. Um Rabelais percorrendo o mundo noir? A divina sujeira? A maravilhosa sordidez? Um acerto de contas com a arte? Uma homenagem? Uma reflexão sobre o fim da vida? E tomara que a morte estivesse linda, gostosa e sexy – como está nesta história – quando encontrou o velho Buk poucos meses depois de ter posto o ponto final nesta pequena obra-prima.

Conheci o velho safado há alguns anos, quando li “Hollywood” e, imediatamente, me tornei fã. A escrita fluída, compulsiva, verdadeira e – em cada parágrafo – visceral me conquistaram. Tirar onda de si mesmo é uma arte, e Bukowski faz isso com seus personagens como ninguém. Eu sou suspeito para falar sobre ele.

10 de outubro de 2012

[Os Russos] Leitura Sugerida: Antologia Poética, de Anna Akhmátova

Leitura Sugerida Anna Akh

Quando comecei o Os Russos queria que ele fosse um espaço para divulgação da literatura russa, mas não se limitando a ela. Depois de muito pensar – e de conversar principalmente com o Jorge Leberg – ficou mais ou menos definido que o blog trataria das obras de autores que nasceram em qualquer dos países que, em algum momento, fizeram parte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS.

Mas manter um blog é difícil, que dirá dois. Somando-se a isso o fato de que construir um público é dificílimo e leva tempo, optei então por trazer os eventos que seriam propostos lá aqui para o blog. Assim que começarem de fato vou postá-los lá também, mas, salvo contribuições, o blog “Os Russos” assim como sua página no Facebook, deve ser atualizado apenas nestas ocasiões.

Mas sem me estender demais neste aspecto, trago hoje o primeiro evento de, espero sinceramente, muitos: um leitura sugerida do livro Antologia Poética, da Anna Akhmátova. Abaixo mais detalhes de como o evento deve funcionar.

8 de setembro de 2012

Correio #12 – Presentes!

Correio

Pois é, às vezes nem é preciso colocar a mão no bolso pra conseguir alguns livros, rs. Em Agosto ganhei um bom número de livros, tanto que pouco comprei, o que é um alívio pra quem anda com a conta bancária meio que combalida.

De cima pra baixo, foram os seguintes:

1 de setembro de 2012

Correios #11

Correio

Tenho mesmo que me organizar quanto às postagens da tag “correio”, caso contrário quando postá-la já li e resenhei muita coisa, como aconteceu com a de hoje. Mas vou parar de reclamar e agradecer a todos os que participaram do “Tem Lógica?”, fiquei bastante satisfeito com o resultado. A solução sai só na sexta, mas já adianto que para o próximo algumas coisas serão modificadas, fiquem de olho. Mas sem demora, é sábado à tarde, né?!, vou mostrar o que recebi.

De cima para baixo:

7 de março de 2012

Vathek [Resenha #041]

vathekSinopse: Publicado pela primeira vez em 1786 como 'Vathek, uma história árabe' ou 'A história do califa Vathek', este texto entrou para o rol dos romances góticos mais conhecidos do público, como 'Frankenstein', de Mary Shelley, e 'O castelo de Otranto', de Horace Walpole. Entre aqueles que declararam terem sido influenciados pela obra encontram-se Lord Byron, Edgar Allan Poe, Stéphane Mallarmé e H. P. Lovecraft. Trata-se da insólita história da queda do califa Vathek que, renunciando ao Islã, lança-se numa série de atividades licenciosas na tentativa de obter poderes sobrenaturais. Segundo o autor – o crítico de arte e político William Thomas Beckford (1760-1844) –, a história foi escrita em três dias e duas noites. Reflexo da obsessão setecentista por tudo que fosse oriental, 'Vathek' maravilha o leitor com um misto de cultura árabe, um clima de 'As mil e uma noites' e fantasias aterrorizantes.

 

13 de janeiro de 2012

Wishlist #2: Os Cadernos de Malte Laurids Brigge

Os cadernos de Malte Laurids Brigge

Ao deixar para trás uma infância idílica passada no castelo de seus ancestrais, o jovem dinamarquês Malte Laurids Brigge se vê sozinho em Paris, uma cidade a um só tempo deslumbrante e inóspita. Seus cadernos contêm as anotações dos seus sofrimentos, onde ressoam as memórias e angústias de Rainer Maria Rilke, um dos gênios da literatura alemã.

Publicado em 1910, Os cadernos de Malte Laurids Brigge é um romance autobiográfico, escrito no período em que Rilke viveu em Paris. Com ecos de Os sofrimentos do jovem Werther, obra-prima de Goethe sobre os tormentos da juventude, Os cadernos aborda vários temas que são recorrentes em romances de formação, como a busca pela própria individualidade, a tentativa de compreender o significado da morte, o questionamento dos dogmas da religião.

Influenciado pelo pensamento de Friedrich Nietzsche, o livro de Rilke, por sua vez, influenciou obras tão decisivas quanto A náusea, de Jean-Paul Sartre.

25 de novembro de 2011

Aventuras de Menino e Solanin pela L&PM Pocket

Finalmente saíram as edições de Solanin, e Aventuras de Menino, os primeiros mangás da coleção L&PM Pocket, divulgados no começo do ano. Abaixo o release:

Oscar