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5 de janeiro de 2015

Os Melhores Livros de 2014

Os Melhores Livros 2014

Pegando emprestado um pedacinho de 2015 para finalizar 2014!

Tudo certo com vocês? Espero que tenham passado bem as festas de fim de ano.

O post de hoje é o mais tradicional do blog, onde listo as melhores leituras que fiz durante o ano, além de outros “prêmios” especiais.. No ano passado li bastante coisa, mas em algumas semanas poderia ter rendido mais, o que me fez estipular que, este ano, tente ler ao menos um livro e meio por semana, para que, em um prazo não tão longo – penso em fevereiro ou março – consiga implementar algo que foi muito pedido no Censo do blog que fiz no ano passado: duas resenhas semanais. Espero conseguir.

Mas, voltando ao foco do post, meus livros preferidos de 2014 e foram os seguintes – e lembre-se: clicando nas imagens você é direcionado para a resenha do livro.

2 de outubro de 2014

Os Dez Maiores Detetives da Literatura Policial [Listas Rápidas #1]

Listas Rápidas 1 - Os Dez Melhores Detetives

Todos sabem que listas: 1- dão trabalho; 2 – na maioria das vezes, são injustas.

Dia desses estava me lembrando de uma lista que publiquei no blog sobre meus cem desenhos animados preferidos de todos os tempos, e o quanto de trabalho ela me deu, e nem precisava ir tão longe. Já estamos na metade do segundo semestre e logo terei de formular duas listas, uma com as melhores leituras deste semestre e, a mais importante, com as dez melhores do ano.

As listas não poderiam ser mais rápidas? E sem culpa?

30 de junho de 2014

Os Melhores Livros do Primeiro Semestre de 2014

2014.1

Eu insisto em me assustar com a velocidade com que o tempo tem passado. Lá se foi o primeiro semestre do ano. Simples assim. 2014 tem se mostrado um ano desafiador para mim. Não consegui implementar ainda tudo o que queria no blog, mas estou caminhando para. É a vida.

17 de fevereiro de 2014

Misto-Quente, de Charles Bukowski [Resenha #160]

MistoQuente - Texto


Sinopse:  O que pode ser pior do que crescer nos Estados Unidos da recessão pós-1929? Ser pobre, de origem alemã, ter muitas espinhas, um pai autoritário beirando a psicopatia, uma mãe passiva e ignorante, nenhuma namorada e, pela frente, apenas a perspectiva de servir de mão-de-obra barata em um mundo cada vez menos propício às pessoas sensíveis e problemáticas. Esta é a história de Henry Chinaski, o protagonista deste romance que é sem dúvida uma das obras mais comoventes e mais lidas de Charles Bukowski (1920-1994).

Verdadeiro romance de formação com toques autobiográficos, Misto-quente (publicado originalmente em 1982) cativa o leitor pela sinceridade e aparente simplicidade com que a história é contada. Estão presentes a ânsia pela dignidade, a busca vã pela verdade e pela liberdade, trabalhadas de tal forma que fazem deste livro um dos melhores romances norte-americanos da segunda metade do século 20. Apesar de ser o quarto romance dos seis que o autor escreveu e de ter sido lançado quando ele já contava mais de sessenta anos, Misto-quente ilumina toda a obra de Bukowski. Pode-se dizer: quem não leu Misto-quente, não leu Bukowski.


Pecando pela generalização, ouso dizer que todo leitor deveria ter um Bukowski na estante. E, caso pudesse ter apenas um dele, que fosse o “Misto-Quente”. Já gostava muito do autor em “Hollywood”, primeiro livro dele que li, e “Pulp”, mas aqui ele atinge um outro patamar.

26 de setembro de 2013

Lendo Bukowski

misto quente

Não sei nem que nome dou a este post, mas vamos lá.

Estava com leituras densas demais – ou ruins demais – então decidi parar com tudo e partir para um porto seguro que me trouxesse a tranquilidade de algo conhecido e indiscutivelmente bom – ao menos para mim. Decidi por Bukowski.

9 de agosto de 2013

Os 10 Maiores Nomes da Literatura

10a

Adoro listas: são difíceis de compilar, invariavelmente algo muito importante fica de fora e te dá um arrependimento e remorso monstros, e, sempre, geram uma boa discussão, que, algumas vezes – e com alguma sorte – beiram à polêmica. Com a minha lista eu não quero polemizar, lembro que se trata do meu gosto pessoal, e respeito princípio que diz que aquilo que é bom para mim pode não ser para você, assim como me reservo o direito de torcer o nariz para aquilo que você gota e eu não.

Este é um mundo injusto, é o meio dele fica no umbigo de cada um.

8 de março de 2013

Pulp [Resenha #112]

PulpSinopse: Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos. Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia até ser igual a de tantos outros detetives de segunda categoria que perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. Mas aqui, mulheres inacreditáveis cruzam pernas compridas e falam aos sussurros, principalmente uma que atende pelo nome de Dona Morte. Como nos velhos livros policiais de papel vagabundo, subliteratura pura, a quem Charles Bukowski dedica solenemente Pulp. Ele desafia sua história com habilidade de mestre. Um Rabelais percorrendo o mundo noir? A divina sujeira? A maravilhosa sordidez? Um acerto de contas com a arte? Uma homenagem? Uma reflexão sobre o fim da vida? E tomara que a morte estivesse linda, gostosa e sexy – como está nesta história – quando encontrou o velho Buk poucos meses depois de ter posto o ponto final nesta pequena obra-prima.

Conheci o velho safado há alguns anos, quando li “Hollywood” e, imediatamente, me tornei fã. A escrita fluída, compulsiva, verdadeira e – em cada parágrafo – visceral me conquistaram. Tirar onda de si mesmo é uma arte, e Bukowski faz isso com seus personagens como ninguém. Eu sou suspeito para falar sobre ele.

6 de março de 2013

10 Autores de quem eu leria qualquer coisa

autores

Vi esta lista no Distopicamente, da Isabel e decidi responder. Gosto muito de listas, elas dão trabalho para formatar, e, terminadas, não nos satisfazem por completo, sempre alguém ou algo importante fica de fora. Para listar apenas dez autores de quem leria qualquer coisa, tive os mesmos problemas de sempre e, para não me comprometer com uma missão quase impossível, optei por ordená-los alfabeticamente. É melhor assim. São eles:

Oscar