
O post de hoje é uma ode ao tempo que não para.

O post de hoje é uma ode ao tempo que não para.

Mantive essa coluna lá pelo ano de 2012, mas com o tempo acabei não a fazendo mais. A ideia da “Relembrando” é fechar o mês, mostrando o que aconteceu aqui no blog além de algumas outras coisas que acabam por não render post, como filmes e música. Ele deve ser postado toda última sexta-feira do mês – que não é o caso, mas é a re-estreia né!?
Em Abril, os destaques foram os seguintes:

Sinopse: A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois que a última página for virada.
Este era para ser o desfecho de uma série… mas não é!

Uma das minhas metas mais adiadas para com este blog é ter alguma regularidade de postagem deste marcador, o “Correio”, onde, claro, sempre mostro o que recebi ou comprei. Algumas vezes me passa batido mesmo e quando me dou conta já faz muito tempo e não faz mais sentido postar sobre. Mas eu sigo tentando, assim como quero – atendendo a pedidos via o censo do blog (se você respondeu, muito obrigado!) – implementar a segunda resenha na semana, e já fiz um teste na semana passada. Acho que funciona, mais vai depender mais do meu ritmo de leitura que de qualquer outra coisa, vou me esforçar para que dê certo.
Mas, voltando ao assunto do post, os últimos livros que recebi e comprei foram os seguintes – e se você me segue no Instagram você já os viu por lá:
Sinopse: Numa terra em que a magia havia sido esquecida e a paz reinara durante séculos, uma agitação perigosa ganha forma quando três reinos começam a lutar pelo poder. Entre traições, negociações e batalhas, quatro jovens terão seus destinos entrelaçados para sempre: Cleo, a filha mais nova do rei de Auranos; Magnus, o primogênito do rei de Limeros; Jonas, um camponês rebelde de Paelsia; e Lucia, uma garota adotada pela família real de Limeros que busca a verdade sobre seu passado.
Em A queda dos reinos, Morgan Rhodes constrói uma mitologia complexa e fascinante, que mistura amor proibido, intrigas políticas e profecias milenares. Narrado pelos pontos de vista dos quatro protagonistas, este é o primeiro volume da série.
Fantasia é um gênero que me prende com uma certa facilidade: construam uma terra fantástica, coloquem nela reinos vizinhos com características distintas e uma história passada de glória ou terror que se contraponha com a atual, agreguem mais um bocado de lendas e terão em mim um leitor atento. Mas, justamente por isso, com o tempo fiquei exigente, não é mais qualquer coisa que me conquista por completo, e não adianta tentar forçar uma história profunda com elementos políticos, e etc., se não a desenvolvê-la bem, bom, não dará liga.

Fazem três meses que ando em falta e não mostro por aqui o que tenho recebido/comprado, tenho que encontrar uma forma de me organizar melhor quanto à isso, mas esta é uma promessa antiga já. Como não faz sentido mostrar o que ficou lá pra trás, venho trazer as últimas novidades que vieram somar à minha já enorme fila de leitura, frutos de uma descontrolada básica durante minhas férias, mas queria muito lê-los já há um bom tempo, então valeu a pena.
Sinopse: Jon Withcroft não estava nada feliz. E quem gostaria de ser mandado para um internato bem quando a mãe tinha arranjado um namorado novo? Pois, quando chegou em Salisbury, o garoto só pensava nos acidentes que o Barba (apelido “carinhoso” pelo qual Jon se refere ao seu grande rival) poderia estar sofrendo e no que seria escrito na lápide dele caso algum escorregão fosse fatal.
Até que... na sexta noite em Salisbury, Jon descobre um novo motivo para querer voltar correndo para casa: ele passa a ser perseguido por um bando de fantasmas, que desejava nada mais nada menos que a sua morte.
Mas em vez de pedir ajuda para a mãe, Jon recorre a um outro protetor: sir William Longspee, um cavaleiro fantasma que está enterrado na catedral da cidade e que jurou, antes de ser assassinado, estar sempre ao lado dos fracos e inocentes. Ao lado de Jon e de sua amiga Ella, sir William percorre cemitérios e duela contra zumbis, lutando não só para ajudar as crianças como também para cumprir seu próprio destino. Mas, para saber qual seria esse grande mistério que ronda nosso nobre cavaleiro fantasma, só lendo a história toda.
Minha primeira experiência lendo um livro da autora Cornelia Funke, “O Cavaleiro Fantasma” traz um garoto, Jon, contando como foram suas aventuras quando foi mandado para um internato pela mãe, para que – ele suspeitava – ela pudesse ter uma nova chance de amar alguém, mesmo que esse alguém fosse um dentista – profissão mais odiada por dez em cada dez crianças; dono de uma barba estranha, sendo então, justamente apelidado por ele como o “Barba” – evitando seu novo namorado de ter de aturar todas as artimanhas de seu filho para fazer naufragar o relacionamento.

Sinopse: A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.
Depois de ter ficado satisfeito com os rumos que a autora, Kiera Cass, deu para “A Seleção”, comecei a leitura de “O Príncipe”, conto disponibilizado pela Seguinte onde conhecemos o que Maxon, o Príncipe, pensa a respeito da seleção, e terminei a leitura tirando duas conclusões:
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.
Li em alguns blogs que “A Seleção”, primeiro volume da série “The Selection” se tratava de uma distopia, outros de um romance e, ainda, havia quem defendia que se tratava de uma mescla de ambos. Faço parte do último time: o livro trás elementos pontuais que remetem à uma distopia, mas apresenta uma “quantidade” tão grande de romance que ambos os gêneros chegam a se chocar no momento de uma conceituação. Mas isto importa? Não!

Faz tempo que não publico uma wishlist Pensei em fazer uma especial para o fim do ano passado, mas acabei deixando pra depois e, quando vi, era tarde demais. Mas, o que importa, é que o primeiro semestre do ano vem recheado de bons lançamentos, que devem nos manter ocupados por um bom tempo.
Sinopse: Em uma cidade decadente, onde se criam polvos para a produção de tinta, onde há uma floresta de algas marinhas e onde um dia funcionou uma redação de jornal em um farol, um jovem Lemony Snicket começa o seu aprendizado em uma organização misteriosa. Ele vai atender seu primeiro cliente e tentar solucionar o seu primeiro crime, aos comandos de uma tutora que chama carro de “esportivo” e assina bilhetes secretos. Lá, ele vai cair na árvore errada, vai entrar no portão errado, destruir a biblioteca errada, e encontrar as respostas erradas para as perguntas erradas - que nunca deveriam ter passado pela cabeça dele. Ele escreveu um relato sobre tudo o que se passou, que não deveria ser publicado, em quatro volumes que não deveriam ser lidos. Este é o primeiro deles.
Perguntar para qual faixa etária Lemony Snicket escreveu este livro é uma pergunta errada. Primeiro volume de uma série, "Quem Poderia Ser a Uma Hora Dessas" é o tipo de livro que pode ser lido por qualquer um e boa parte destes leitores vão apreciá-lo. É o tipo de livro que me agrada, me proporciona uma boa leitura sem exigir tanto. Alguns de meus melhores momentos como leitor foram proporcionados por livros assim, e não faz muito tempo…
Já dizia meu professor de economia da faculdade que “o homem é um ser consumista. Sempre que uma necessidade é satisfeita, outra surge em seu lugar.” Segundo ele, este é um dos motivos pelos quais o Capitalismo tornou-se o modelo padrão. Sempre queremos algo, e, quando o temos, passamos a querer algo a mais.
Quem gosta de ler sabe bem que isso é verdade. Sempre há aquele livro que gostaríamos de ler, ou, pior ainda, aquela série com diversos volumes. E sempre haverá muitos outros. Tenho uma lista infindável de títulos a ler, e, como miséria pouca é bobagem, vamos aumentá-la um pouquinho?
Liam é um menino grande demais para sua idade, e por causa disso passa por poucas e boas, enquanto vai assimilando o que é a vida – e finalmente entendendo que não é tão simples ou divertido ser adulto.
Quando surge a oportunidade de ser um dos primeiros a se aventurarem em um novo parque de diversões, ele não pensa duas vezes antes de aceitar a oferta, e fazer tudo o que for preciso para seguir em frente, fazendo o livro se desdobrar em uma sucessão de passagens cômicas e, ao mesmo tempo, construtivas, num casamento inusitado que dá bastante certo.
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Sinopse: Liam Digby é um garoto comum de doze anos. Um garoto comum de doze anos muito, muito, muito alto. E com um pouco de barba. Algumas pessoas até achavam que ele era um adulto. Cósmico é a incrível história de como Liam contou algumas mentirinhas, quase roubou um Porsche, visitou um parque de diversões e meio que acidentalmente foi parar no espaço.
Tá certo que não se deve julgar um livro pela capa. A gente sabe disso faz tempo, mas mesmo assim não resiste. Não há muito o que se fazer quando um garoto te olha timidamente por trás do visor do capacete de um taikonauta – você só fica sabendo disso depois, mas não importa. Ele te conquista, e você simplesmente tem de saber o que ele faz ali.
Dizem que há males que vem para o bem. Será? Talvez. Esta semana o departamento onde trabalho passou a trabalhar apenas meio período, um reflexo – ainda – da crise mundial que derrubou a receita mesmo de cidades pequenas como a minha, e, mais recentemente, do protecionismo do governo federal com relação ao preço da gasolina, em detrimento do etanol, cujas usinas são os maiores contribuintes aqui da região. Então me sobra mais tempo para ler e estudar, o que é uma boa coisa, ainda mais se considerar que livros muito aguardados por mim acabaram chegando.
Foram eles:
Sinopse: No primeiro dia de aula Artie cai da cama e bate a cabeça. Então, no café da manhã, seu irmão mais novo derruba a calda da panqueca no cabelo dele, que não tem tempo para lavá-lo. No caminho, um caminhão passa por uma poça d'água e espirra toda a água nele. Não é só o primeiro dia de aula - é o pior dia de aula da história. Na manhã do dia seguinte, Artie caí da cama e bate a cabeça. Seu irmão mais novo derruba a calda da panqueca no cabelo dele e... Hã??? Tudo está acontecendo exatamente da mesma maneira que no dia anterior! O primeiro dia de aula se repete no dia seguinte, e no dia seguinte, e no dia seguinte... Será que Artie vai conseguir encontrar um jeito de mudar isso? Ou será o primeiro dia de aula... SEMPRE?
Me atrevo a dizer que ninguém em sã consciência gosta do primeiro dia de aula na escola. O retorno das férias para mim sempre fora um processo penoso, e eu sofria algumas semanas por antecipação. A escola não é, por mais que os pedagogos possam insistir em dizer, um lugar acolhedor e aconchegante, voltado ao enriquecimento cultural e blábláblá. Mas caso você ainda esteja em idade escolar e seja menor de idade, façam como eu: dediquem-se o máximo possível, tire as melhores notas, quantos mais você estudar e se empenhar, mais cedo você sai de lá. E, por tabela, tudo o que aprendeu será de alguma utilidade um dia – na maioria das vezes bem antes do que você pensa.
Tenho mesmo que me organizar quanto às postagens da tag “correio”, caso contrário quando postá-la já li e resenhei muita coisa, como aconteceu com a de hoje. Mas vou parar de reclamar e agradecer a todos os que participaram do “Tem Lógica?”, fiquei bastante satisfeito com o resultado. A solução sai só na sexta, mas já adianto que para o próximo algumas coisas serão modificadas, fiquem de olho. Mas sem demora, é sábado à tarde, né?!, vou mostrar o que recebi.
De cima para baixo:
Depois do pulo vocês podem ver mais títulos, sinopses e algumas outras informações. Qual deles estão querendo ler?